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02 abril 2013

Taxa de suicido aumenta em Portugal – Plano nacional apresentado, mas com medidas pouco eficazes.


Segundo os últimos dados sobre a taxa de suicido em Portugal o número de suicídios tem aumentado exponencialmente nos últimos anos. Números que sinceramente não me surpreendem, são um espelho da grave crise social e financeira que atravessamos. 
Surpreendo-me contudo com algumas das medidas avançadas pelo Plano Nacional de Prevenção do Suicídio 2013-2017 apresentado ontem. Este Plano sugere que o aumento do preço das bebidas alcoólicas, a colocação de barreiras protectoras em locais potencialmente perigosos, como as pontes, a restrição do uso e porte de armas ou a restrição no acesso a adubos pode diminuir o número de suicídios.
Não será muito difícil perceber o quão ineficazes estas medidas são. Em linha com o sugerido, dá-me vontade de também propor que as janelas de apartamentos não possam ser abertas para apartamento a cima do 2º andar, não se vendam cordas para prevenir o enforcamento, se coloquem vedações nas linhas de comboio e metro, se proíba a venda de facas, não se permitia o uso de gás em casa, etc…
Não quero desvalorizar o estudo, porque apresenta algumas medidas sensatas e que poderão ser realmente eficazes, como por exemplo o apoio aos desempregados, aos sobreendividados, acompanhamento aos idosos e o aumento de consultas de prevenção e suicídio, contudo algumas das medidas apresentadas não deixam de ser ridículas, de tão ineficazes que são.
Resumindo, deve-se apostar na prevenção dos factores levam uma pessoa a tomar decisão de se suicidar, restringir o acesso a pontes e adubos de nada serve quando um individuo já tomou para si a decisão de por termo à sua vida.

23 janeiro 2013

Portugal regressa hoje aos mercados


Portugal será hoje testado hoje pelos mercados internacionais. É a primeira vez, desde que pediu ajuda financeira externa, que o país volta aos mercados. São dois mil milhões de euros em obrigações a cinco anos com uma taxa que se espera que não passe os 5%.
Portugal terá de provar aos investidores que voltou a poder caminhar sozinho e que estará com boas condições financeiras quando o programa de ajustamento terminar, o que deverá acontecer em 2014.
Desde que Mario Draghi anunciou em Setembro o apelidado Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), que os mercados têm aprofundado a sua trégua ante a escalada de juros na dívida dos países do Sul e da periferia. Desde então, os juros da dívida soberana caíram em toda a linha para a Espanha, Portugal, Itália e Irlanda.

Atualização (24/01/2013):

Portugal regressou aos mercados com sucesso. Dois anos depois, o país conseguiu colocar 2,5 mil milhões de euros, em dívida a cinco anos, acima dos 2 mil milhões inicialmente previstos, tendo pago para isso uma taxa de 4,891%, anunciou esta quarta-feira o Governo, pela voz da Secretária de Estado do Tesouro. Da última vez, a 7 de fevereiro de 2011, tinha sido cobrado um juro de 6,4%. 
Segundo Maria Luís Albuquerque, no leilão de hoje a procura rasgou a barreira dos 12 mil milhões de euros.
Esta emissão de dívida sindicada - apoiada pelos bancos BES, Barclays, Deutsche Bank e Morgan Stanley - atraiu uma forte procura internacional. «Houve uma participação muito significativa de não residentes. Só os investidores estrangeiros absorveram 93% da emissão». Destes, 30% são norte-americanos.

16 janeiro 2013

Tabelas IRS 2013 finalmente disponibilizadas. Saiba quanto vai ganhar com o simulador que disponibilizamos.

Finalmente já pode ficar a saber quanto dinheiro terá para se governar ao longo dos meses de 2013 caso não aceite entrar no regime de duo-décimos proposto pelo governo.


Relembramos que caso o contribuinte assim o entenda pode optar pela distribuição de metade do subsidio de férias e natal ao longo dos meses do ano (duo-décimos). 
Só é dada esta possibilidade de escolha aos funcionários do sector privado, para os funcionários do sector público a diluição do subsídio será automática. Mencionamos "do" em vez "dos", porque é disso que se trata, este ano os funcionários do sector público só terão direito um subsidio, sendo o outro distribuído ao longo dos 12 meses.

Pode parecer confuso, mas não é, uma breve explicação.

AUMENTO DA CARGA FISCAL 2013

Sector público:
Removido 14º salário
O aumento de 7% de IRS (corresponde a um salário por ano)
O 13º salário será diluído ao longo dos 12 meses.
Resumindo: Em 2013 são retirados 2 meses de salários aos funcionários


Sector privado:
O aumento de 7% de IRS (corresponde a um salário por ano)
O 14º salário será diluído ao longo dos 12 meses.
Resumindo: É retirado 1 mês de salários aos funcionários



12 dezembro 2012

Indemnizações por despedimento caiem de 20 para 12 dias

Mais uma má noticia para os trabalhadores portugueses, o governo irá apresentar à Troika, no âmbito da 6ª avaliação do memorando de entendimento, a redução dos valore pagos pelas entidades patronais aquando de despedimento, de 20 para 12 dias.

Falta agora saber quando será aplicada esta lei e se terá efeitos retroativos. 
Note-se que esta redução já estava prevista aquando da assinatura do memorando de entendimento entre Portugal e o FMI/BCE/UE em 2011.

Falta agora saber quando é que esta medida entrará efetivamente em vigor e em que moldes.

Atualmente o Código de Trabalho prevê situações diferentes: quem iniciou o contrato de trabalho depois de novembro de 2011 tem direito a uma compensação igual a 20 dias de retribuição-base e diuturnidades por cada ano de trabalho, com um limite máximo de 12 salários e sem ultrapassar a barreira dos 116.400 euros.
Já quem assinou contrato antes daquela data, terá um regime misto: nos anos até outubro de 2012 terá direito a 30 dias de de retribuição-base e diuturnidades por cada ano de trabalho e, depois disso, contará a nova fórmula. As duas fórmulas não podem, no entanto, ultrapassar os 12 salários.

14 setembro 2012

O país esta a saque. AMANHÃ MANIFESTE-SE!



Quando este governo tomou posse há um ano e meio foram muitos os que acreditaram nas medidas ou quiseram acreditar que as medidas que o governo estava a tomar iriam trazer vantagens para o País a médio prazo. Findo quase ano e meio de governação social-democrata observamos que estamos mais pobres, as contas públicas estão com um défice tremendo, resumindo, austeridade tem trazido pobreza, enriquecimento do capital e caos social.  

Se o problema do país é competitividade, a baixa dos salários será fatal, a nossa produtividade irá diminuir drasticamente, os bons profissionais pensarão em abandonar o País de uma vez por todas, os que ficam baixarão a sua produtividade por consequência da insatisfação.
Temos de demonstrar a este governo que não faz o que quer do NOSSO país, vamos ter autoestima, não nos vamos redimir e vamos para a rua demonstrar a nossa insatisfação, isto porque não aceitamos um governo criminoso que está a desbaratar-nos baseando-se em ideias experimentalistas e académicas, não somos RATOS DE LABORATÓRIO.

Por isso amanhã vou à manifestação do movimento 15 de outubro (http://www.15deoutubro.net/). Todos temos de estar presentes, se formos um milhão na rua causaremos terramotos políticos e faremos os nossos governantes recuar. Temos de mudar de atitude e ser ativos.

E não digam que não contribuo positivamente para o debate politico, aqui ficam algumas ideias
Porque não cortam durante 3 anos 50% dos dois subsídios de férias e natal tanto dos funcionários públicos como privados? Porque não cortam a sério nas PPP, porque não apostam na discussão do nuclear, porque não voltam a criar o mercado de luz e eletricidade regulado, porque não extinguem fundações a sério, porque não incentivam as empresas a apostar na competitividade com base no incentivo aos funcionários mais produtivos. Porque não abrem um debate em torno destas ideias e somente pensam que o empobrecimento da população é a solução? PORQUE SÃO EXPERIMENTALISTAS, EXTREMISTAS E NÃO SABEM GOVERNAR!

AMANHÃ VAMOS TODOS À MANIFESTAÇÃO!!!!!

13 setembro 2012

Corte de 7% do ordenado é um ROUBO!


Transcrevo de seguida o texto que anda a circular na net de uma cidadã indignada com a mais recente medida do governo em nos reter mais 7% do ordenado para a segurança social, leia o artigo até ao final, certamente que se irá rever em todos os pontos.
Recomendo-o também a consultar o site http://www.15deoutubro.net/ e a aderir à manifestação do próximo sábado, de forma a demonstrar ao governo que somos brandos mas não somos tansos e que retirar 7% do ordenado para dar as empresas é um ROUBO!!!!

Transcrição do texto de Ângela Crespo de 32 anos:

"Vão-se foder!".
Na adolescência usamos vernáculo porque é “fixe”. Depois deixamo-nos disso. Aos 32 sinto-me novamente no direito de usar vernáculo, quando realmente me apetece e neste momento apetece-me dizer: Vão-se foder!
Trabalho há 11 anos. Sempre por conta de outrém. Comecei numa micro empresa portuguesa e mudei-me para um gigante multinacional.
Acreditei, desde sempre, que fruto do meu trabalho, esforço, dedicação e também, quando necessário, resistência à frustração alcançaria os meus objectivos. E, pasme-se, foi verdade. Aos 32 anos trabalho na minha área de formação, feliz com o que faço e com um ordenado superior à média do que será o das pessoas da minha idade.
Por isso explico já, o que vou escrever tem pouco (mas tem alguma coisa) a ver comigo. Vivo bem, não sou rica. Os meus subsídios de férias e Natal servem exactamente para isso: para ir de férias e para comprar prendas de Natal. Janto fora, passo fins-de-semana com amigos, dou-me a pequenos luxos aqui e ali. Mas faço as minhas contas, controlo o meu orçamento, não faço tudo o que quero e sempre fui educada a poupar.
Vivo, com a satisfação de poder aproveitar o lado bom da vida fruto do meu trabalho e de um ordenado que batalhei para ter.
Sou uma pessoa de muitas convicções, às vezes até caio nalgumas antagónicas que nem eu sei resolver muito bem. Convivo com simpatia por IDEIAS que vão da esquerda à direita. Posso “bater palmas” ao do CDS, como posso estar no dia seguinte a fazer uma vénia a comunistas num tema diferente, mas como sou pouco dado a extremismos sempre fui votando ao centro. Mas de IDEIAS senhores, estamos todos fartos. O que nós queríamos mesmo era ACÇÕES, e sobre as acções que tenho visto só tenho uma coisa a dizer: vão-se foder. Todos. De uma ponta à outra.
Desde que este pequeno, mas maravilhoso país se descobriu de corda na garganta com dívidas para a vida nunca me insurgi. Ouvi, informei-me aqui e ali. Percebi. Nunca fui a uma manifestação. Levaram-me metade de subsídio de Natal e eu não me queixei. Perante amigos e família mais indignados fiz o papel de corno conformado: “tem que ser”, “todos temos que ajudar”, “vamos levar este país para a frente”. Cheguei a considerar que certas greves eram uma verdadeira afronta a um país que precisava era de suor e esforço. Sim, eu era assim antes de 6ª feira. Agora, hoje, só tenho uma coisa para vos dizer: Vão-se foder. Matam-nos a esperança.
Onde é que estão os cortes na despesa? Porque é que o 1º Ministro
nunca perdeu 30 minutos da sua vida, antes de um jogo de futebol, para nos vir explicar como é que anda a cortar nas gorduras do estado? O que é que vai fazer sobre funcionários de certas empresas que recebem subsídios diários por aparecerem no trabalho (vulgo subsídios de assiduidade)?… É permitido rir neste parte. Em quanto é que andou a cortar nos subsídios para fundações de carácter mais do que duvidoso, especialmente com a crise que atravessa o país? Quando é que páram de mamar grandes empresas à conta de PPP’s que até ao mais distraído do cidadão não passam despercebidas? Quando é que acaba com regalias insultosas para uma cambada de deputados, eleitos pelo povo crédulo, que vão sentar os seus reais rabos (quando lá aparecem) para vomitar demagogias em que já ninguém acredita?
Perdoem-me a chantagem emocional senhores ministros, assessores, secretários e demais personagem eleitos ou boys desta vida, mas os pneus dos vossos BMW’s davam para alimentar as crianças do nosso país (que ainda não é em África) que chegam hoje em dia à escola sem um pedaço de pão de bucho. Por isso, se o tempo é de crise, comecem a andar de opel corsa, porque eu que trabalho há 11 anos e acho que crédito é coisa de ricos, ainda não passei dessa fasquia.
E para terminar, um “par” de considerações sobre o vosso anúncio de 6ª feira. Estou na dúvida se o fizeram por real lata ou por um desconhecimento profundo do país que governam.
Aumenta-me em mais de 60% a minha contribuição para a segurança social, não é? No meu caso isso equivale a subsídio e meio e não “a um subsído”. Esse dinheiro vai para onde que ninguém me explicou? Para a puta de uma reforma que eu nunca vou receber? Ou para pagar o salário dos administradores da CGD?
Baixam a TSU das empresas. Clap, clap, clap… Uma vénia!
Vocês, que sentam o já acima mencionado real rabo nesses gabinetes, sabem o que se passa no neste país? Mas acham que as empresas estão a crescer e desesperadas por dinheiro para criar postos de trabalho? A sério? Vão-se foder.
As pequenas empresas vão poder respirar com essa medida. E não despedir mais um ou dois.
As grandes, as dos milhões? Essas vão agarrar no relatório e contas pôr lá um proveito inesperado e distribuir mais dividendos aos accionistas. Ou no vosso mundo as empresas privadas são a Santa Casa da Misericórdia e vão já já a correr criar postos de trabalho só porque o Estado considera a actual taxa de desemprego um flagelo? Que o é.
A sério… Em que país vivem? Vão-se foder.
Mas querem o benefício da dúvida? Eu dou-vos:
1º Provem-me que os meus 7% vão para a minha reforma. Se quiserem até o guardo eu no meu PPR.
2º Criem quotas para novos postos de trabalho que as empresas vão criar com esta medida. E olhem, até vos dou esta ideia de graça: as empresas que não cumprirem tem que devolver os mais de 5% que vai poupar. Vai ser uma belo negócio para o Estado… Digo-vos eu que estou no mundo real de onde vocês parecem, infelizmente, tão longe.
Termino dizendo que me sinto pela primeira vez profundamente triste. Por isso vos digo que até a mim, resistente, realista, lutadora, compreensiva… Até a mim me mataram a esperança.
Talvez me vá embora. Talvez pondere com imensa pena e uma enorme dor no coração deixar para trás o país onde tanto gosto de viver, o trabalho que tanto gosto de fazer, a família que amo, os amigos que me acompanham, onde pensava brevemente ter filhos, mas olhem… Contas feitas, aqui neste t2 onde vivemos, levaram-nos o dinheiro de um infantário.
Talvez vá. E levo comigo os meus impostos e uma pena imensa por quem tem que cá ficar.
Por isso, do alto dos meus 32 anos digo: Vão-se foder"

07 setembro 2012

Passos Coelho anuncia novas medidas de austeridade - Contribuições para segurança social subirá 61% em 2013

Numa comunicação feita hoje ao País, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou novas medidas de austeridade que farão parte do OE 2013, entre elas destaca-se o aumento de 61% das contribuições que os trabalhadores fazem para a Segurança Social e no corte de 61% das empresas para a TSU. Quem já esfrega as mãos de felicidade são as grandes empresas portuguesas, GALP, REN, PT, SONAE, BRISA, AMORIM, BANCA,..... Todos verão no ano que vem os seus lucros aumentarem. Este PAÍS está entregue a incompetentes cheios de imoralidade! 

Função Pública
Aumento da dedução da taxa de contribuição para Segurança Social de 11% para 18% (61% de aumento)
Fim do subsidio de férias
Pagamento do subsidio de Natal ao logo de 12 meses em vez de uma só parcela

Setor Privado
Aumento da dedução da taxa de contribuição para Segurança Social de 11% para 18% (61% de aumento)
Redução da TSU (paga pelas empresas) de 23% para 18%

Na prática o governo arranjou uma maneira engenhosa de continuar com o corte no subsidio de férias e natal ao funcionários públicos, isto porque mesmo pagando um dos subsídios ao longo dos 12 meses, esse subsidio será absorvido pelo tesouro dado o aumento de 61% da taxa da Segurança Social. O aumento de impostos implica que os funcionário do setor privado ficarão com menos um ordenado em 2013.
Esta foi a forma engenhosa que o governo delineou para escapar à declaração de inconstitucionalidade que o TC (Tribunal Constitucional) decretou à medida de corte dos subsídios de férias e natal do setor público.

06 julho 2012

Corte do subsídio de Férias e Natal considerado inconstitucional

O Tribunal Constitucional considerou inconstitucional o corte do subsídio de férias e de Natal da função pública declarando o princípio da igualdade, fundamentando que “aceita que não haja direitos adquiridos, no sentido em que nos períodos de grande dificuldade os funcionários públicos e os pensionistas possam ter de fazer sacrifício adicional, mas entende que esses sacrifícios não podem ficar confinados aos funcionários públicos e pensionistas e, portanto, deveriam ser estendidos, numa medida equivalente, aos outros cidadãos”. Esta medida só terá efeito em 2013, uma vez que o dito tribunal considerou que se a medida fosse tomada já em 2012, tal poderia pôr em risco a meta do défice acordada no Memorando de Entendimento, pelo facto de a execução orçamental se encontrar “em curso avançado”.
Boas noticias?! Nem por isso, antes pelo contrário. A meta do deficit de 3.5% do PIB em 2013 continua a ter de ser atingida. Pode-se não atingir a meta através do corte do subsídio de férias e natal dos funcionários públicos, contudo terão de se encontrar alternativas. O corte do subsídio tanto para funcionários públicos como privados pode ser uma solução, mas não acredito que seja posta em prática, uma vez que esta medida só iria aumentar a carga fiscal dos portugueses, não cortando na despesa do estado (o real problema do país).
Do meu ponto de vista e baseando-me no recente estudo do Banco de Portugal onde é mencionado que para as mesmas qualificações os funcionários públicos ganham mais 15% que os privados, bem como usufruírem de emprego vitalício, ao contrário do setor privado que vive diariamente com o fantasma do desemprego, só há uma medida a tomar, baixem-se os salários do setor privado em 15%. Esta é a única solução de bom senso que se poderia tomar, o despedimento poderia ser outra medida, mas numa altura em que nos aproximamos perigosamente dos 20% de desempregados não seria de todo oportuno.
Contudo continuamos a aguardar as medidas reformistas e de corte que este governo disse que iria tomar, até ver só temos visto aumentos de impostos e cortes salariais.

22 novembro 2011

Pedro Passos Coelho antes e depois de ser Primeiro-Ministro

Em pouco mais de quatro meses o governo do Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho perdeu a cooperação institucional com o Presidente da Republica e a confiança de grande parte dos portugueses que nele votaram.
Um governo essencialmente constituído por teóricos universitários desfocados dos problemas do país. Vale-lhe a maioria absoluta governamental, se não, bem que o poderia-mos rotular com um "Consumir de preferência antes de 2013".
Vejam o video que se segue (editado pelo blog Aventar) e comprovem por vocês mesmos a diferença patética e absurda entre aquilo que Passos Coelho defendia antes de ser Primeiro-Ministro e o que defende agora.



16 outubro 2011

Portugal à beira do caos Económico

Foi com enorme espanto que ouvi as mais recentes medidas de austeridade anunciadas por um governo que sempre se autointitulou por liberal, social-democrata e fez muito recentemente cair um governo socialista por achar absurdas e provocadoras de caos social e económico as medidas que apresentou no tão afamado PEC4. Contudo nunca houve um governo que em tão pouco espaço de tempo aumentasse tanto a carga fiscal e tenha tomado medidas que comparadas com as anunciadas no PEC, mais parecem dignas de um governo estalinista de um qualquer ilhéu perdido no meio do atlântico.

O fim do subsídio de natal e férias para trabalhadores públicos que ganhem acima dos 1000 euros por mês é uma medida cega e completamente absurda. Muitos dirão que esta é a fatura de se ser funcionário público, tem-se emprego garantido para a vida, portanto têm de aguentar com estas medidas, sempre é melhor que mandar milhares de funcionários públicos para a rua. Ok, dê-se por desbarato que sim, que deste ponto de vista esta medida até poderá fazer algum sentido, mas o problema que se impõem é: Vai ser cortado o subsídio de férias e natal a certa de 1 milhão de pessoas (funcionários públicos e reformados), isto terá uma consequência nefasta para a nossa economia, ou seja, as pessoas entram em sobressalto e param de consumir, ou porque simplesmente não têm dinheiro ou por medo do futuro e decidem poupar, limitando-se a comprar o essencial para o dia-a-dia, comida e pouco mais, a consequência é óbvia, a economia não aguenta, o pais entra em recessão, as empresas entram em falência e as pessoas vão para o desemprego. A ementa está feita, sirva-se quem quiser!

Adaptemos toda esta perspetiva à nossa região, ai a situação agrava-se, se não vejamos:

- O maior empregador da nossa região é o estado

- Muita da nossa iniciativa privada está assente no setor da restauração, que sofrerá um pesado aumento de impostos (de 13% para 23%)

- Vias de circulação essenciais para a região passarão a ser taxadas como é o caso da A23 e IC3.

Não sei qual é a solução do País, não sou político nem primeiro-ministro, mas uma coisa sei, esta não é a solução. Já agora, faz algum sentido que uma empresa de capitais públicos que gera milhões de euros de lucro e que produz um bem que hoje em dia é a base de tudo continue a falar em aumentos de preços?! Falo da EDP! Isto faz sentido?!

E a baixa da TSU, medida que o governo tantas vezes disse, de peito feito, ser uma medida essencial para revitalizar a economia, onde está?!?!?!?!??!?!

Querem uma sugestão, se forem novos, emigrem, este país está entregue a académicos, incompetentes sem sentido de estado e a uma europa a rumar para o colapso.

Precisamos de políticos fortes e com sentido de justiça e acima de tudo europeus. A europa é fraca, não funciona como um todo, cada um olha para o seu umbigo. Criemos um estado federativo, estou-me nas tintas para os nacionalismos que só beneficiam meia dúzia de grandes famílias, crie-se uma europa federativa, forte, com um pensamento comum, caso contrário estamos condenados!

14 junho 2011

Portugal gasta 70 Milhões por ano para comprar sangue que deita para o lixo

Aqui está uma notícia que retrata Portugal no seu pior, uma verdadeira vergonha de esbanjamento de dinheiro. Uma falta de respeito não só para o contribuinte como para todos os dadores de sangue deste país falido.
Segundo o presidente do Instituto português do Sangue (IPS), Portugal destrói o plasma do sangue que recolhe devido a problemas com um concurso que obriga o Instituto a gastar anualmente 70 milhões de euros a adquirir este produto de saúde no estrangeiro.
O presidente do IPS, Álvaro Beleza, confirmou desta forma a notícia hoje avançada pelo Jornal de Notícias de que "metade do sangue doado vai para o lixo".
"É Portugal no seu pior", desabafa Álvaro Beleza, que desde Fevereiro dirige o IPS e, desde então, já alertou as autoridades para a situação.
Em causa está a utilização do plasma, componente do sangue que é recolhido anualmente.
Portugal utiliza 400 mil unidades de sangue, das quais 90 mil de plasma para uso direto nos hospitais.
Devido a um problema com o concurso para a inativação e fragmentação do plasma, este é destruído e há dez anos que é assim.
Para Álvaro Beleza, a situação é revoltante e, para já, poderá ser parcialmente resolvida através da utilização dessas 90 mil unidades de plasma pelos hospitais.
No entanto, enquanto a questão concursal não se resolver, as restantes mais de 300 mil unidades de plasma continuarão a ser incineradas e Portugal a pagar 70 milhões de euros na sua aquisição a outros países.
Nas contas de Álvaro Beleza, mesmo que em matéria de plasma Portugal não se torne para já autossuficiente, o aproveitamento do plasma do sangue recolhido poderia gerar poupanças na ordem dos 15 milhões de euros anuais.
O especialista espera que este problema se resolva rapidamente e que o mesmo não abale a confiança dos portugueses, bem como a sua generosidade e vontade em doar sangue.

06 junho 2011

PSD ganha eleições legislativas

A par com o que se passou a nível nacional, também ao nível local o PSD ganhou as eleições legislativas, excepção feita para os eleitores da autarquia de Castanheira de Pêra que deram a vitória ao PS. De salientar que nada disto é novidade, qualquer que seja a conjuntura e o resultado nacional nunca há alterações no sentido de voto dos eleitores das nossas autarquias para as eleições legislativas. Um caso de estudo!
E porque normalmente as possas têm tendência em votar nos lideres políticos sem sequer conhecerem os deputados dos seus distritos, aqui fica a lista de deputados eleitos pelo circulo eleitoral de Leiria e Castelo Branco.

Deputados eleitos por Leiria
PSD: Teresa Morais, Fernando Marques, Feliciano Barreiras Duarte, Maria Conceição Pereira, Paulo Batista Santos e Pedro Pimpão.
PS: Basílio Horta, João Paulo Pedrosa e Odete João
CDS/PP: Assunção Cristas

Deputados eleitos por Castelo Branco
  • PSD: Carlos Henriques Neves,
    • Carlos Martinho Gomes
    • PS:
      • José Sócrates,
      • Fernando Pereira

    • Resultados por concelho




21 maio 2011

Sondagem Tertúlia do Pinhal - Legislativas 2011

O Tertúlia do Pinhal esta a fazer uma sondagem junto dos seus leitores para saber em que partido vão votar nas próximas legislativas de 5 de Junho.
Colabore connosco.
ATUALIZAÇÃO: SONDAGEM ENCERRADA A 05/06/2011

07 abril 2011

Portugal pede ajuda à europa e ao FMI

Aquele que já era considerado como o desfecho mais que provável, e que José Sócrates "teimava" em adiar, acabou por chegar, Portugal pede ajuda externa à União Europeia, e portanto ao FMI.
O resgate deve rondar os 80 Mil Milhões de Euros, só para ter uma ideia do valor astronómico de que estamos a falar, o PIB anual de Portugal, ou seja, toda a riqueza que o país produz num ano ronda os 200 Mil Milhões.
E agora, o que aí vem?! Pois bem, se estava mau, pior vai ficar. A união europeia e o FMI vão-nos emprestar o dinheiro de que precisamos para fazer face às despesas correntes do estado, contudo vão-nos impor regras como garantia de que lhes possamos pagar o empréstimo num futuro próximo. Essas regras não têm por hábito criar consenso social, mas esta é a fatura a pagar de anos e anos a viver a cima das nossas capacidades. O estado faz negócios ruinosos e que estão assentes, essencialmente, numa politica de obras publicas que não gera riqueza para o país e que cria infraestruturas do tipo "Elefante Branco" (estádios, auto-estradas sem utilizadores, ...), além disso temos uma máquina social que não é compatível com aquilo que produzimos (serviço nacional de saúde, pensões vitalícias para muitas "doenças crónicas", ...)
Portugal é um país burocrata que tem de ser modernizado ao nível da máquina do estado, há que ser otimista e pensar que uma ajuda e intervenção externa poderão acabar com muitos dos vícios e interesses estabelecidos, assim esperamos.
Este é o fundo para onde os nossos políticos nos levaram anos atrás de anos. Foram dividas atrás de dividas, devemos 125% daquilo que produzimos num ano.
Talvez não fosse má ideia começar a cortar nas instituições locais, e a partida que o Tertúlia do Pinhal nos pregou no dia um de Abril fizesse todo o sentido.

05 abril 2011

Censos 2011 - Colabore

Iniciou-se no dia 21 de Março o maior recenseamento populacional do país, os censos 2011. Pode e deve (é obrigatório) responder aos Censos até ao dia 10 de Abril.
Os censos são um instrumento muito útil que permite ao INE (Instituto Nacional de Estatística) averiguar de 10 em 10 anos quantos somos, o que fazemos e quais as nossas condições.
É importante que todos colaboremos. Este ano, pela primeira vez, a população também poderá responder às perguntas dos censos via internet (https://censos2011.ine.pt/), o processo é simples, intuitivo e não dispensa mais de 20 minutos.
Colabore e ajude a conhecermo-nos melhor.

O INE prevê que este seja o último recenseamento populacional da forma como o conhecemos. Brevemente, com o cruzamento das bases de dados da Segurança Social, Ministério das Finanças e Conservatórias será possível que de forma automática e permanente nos conheçamos. Veremos daqui a 10 anos se assim será.

24 março 2011

Socrates pede demissão e precipita país para eleições antecipadas

Como se esperava a proposta de governo para aprovação do PEC4 foi rejeitada na assembleia da república por todos os partidos da oposição.

Breve análise do comportamento dos principais intervenientes


José Sócrates
A vinda do FMI para Portugal estava eminente, uma questão de semanas. Com a apresentação deste PEC4 José Sócrates conduziu de forma propositada o país para eleições antecipadas.

Passos Coelho
Não está preparado para eleições legislativas e não queria eleições legislativas nem a queda do governo, para já. Pressões internas e a jogada de Sócrates fizeram com que não pudesse tomar outra opção que não fosse o chumbo do PEC na assembleia da republica.

Cavaco Silva
Ao ser reconduzido para o seu segundo mandato presidencial mudou radicalmente o seu discurso, e as relações com o governo, que já não eram boas, azedaram de vez. Verá as eleições como o desfecho possível.

Agora vêm aí eleições legislativas, somente um ano e meio depois de Sócrates ter sido reconduzido para o seu segundo mandato, infelizmente o sistema politico português não funciona se não houver na assembleia da républica um partido com maioria absoluta que sustente o governo.

Será Sócrates o candidato do PS, em principio sim, mas… há já quem adiante que não e que António Costa poderá ser um Trunfo a jogar.
Quem pensa que vamos melhorar, desengane-se, venha quem vier governar a seguir terá de tomar medidas mais duras que as apresentadas. E quem pagará e sofrerá as consequências? Os mesmos do costume, nós, o povo.

17 março 2011

Compre produtos portugueses

Sabia que pode descobrir se um produto é fabricado em Portugal com a simples consulta do código de barras desse produto?

É muito simples, basta verificar se os três primeiros números dos códigos de barras são o 560, se forem o produto que está a comprar é fabricado em Portugal.

Tente também encontrar o símbolo “Compro o que é nosso”, este é também um selo de garantia de que o produto que está a adquirir é made in Portugal.


Dado o momento de grave crise económica que vivemos devemos estar cada vez mais sensibilizados para comprar produtos fabricados em Portugal. Ao comprarmos produtos fabricados em Portugal estamos a ajudar a nossa economia e a fomentar a criação de empregos no nosso País.
Quando compra um produto fabricado noutro país está a contribuir para o já elevado deficit da balança comercial Portuguesa e a aumentar a nossa dependência dos mercados estrangeiros. Estará também a contribuir para o desenvolvimento das economias de onde esses produtos são originários, quando deveria estar a ajudar o seu país, PORTUGAL.
Compre produtos Portugueses, ajude à criação de empregos e à melhoria da nossa economia.

COMPRE PRODUTOS PORTUGUESES.

03 março 2011

"Geração à Rasca" - O e-mail da contestação

Talvez já tenha recebido na sua caixa de correio o e-mail da auto-denominada “Geração à Rasca”, pois bem se não recebeu o Tertúlia do Pinhal num ato de solidariedade publica-o.
E o que é a geração à rasca? São os jovens entre os 18 e os 30 anos, muitos deles com curso superior mas que não auferem mais do que um salário mínimo nacional ou então tem contratos a prazo miseráveis, muitos deles a recibos verdes ou em estágios não remunerados. São todos os jovens que não conseguem ter dinheiro suficiente para iniciar uma vida independente e têm de viver à custa dos seus pais até muito tarde.
Uma manifestação está agendada para o próximo dia 12 de março e uma música tem vindo a ser reivindicada como hino desta geração à rasca.
Convém no entanto ter algum cuidado na análise das palavras que se passam neste tipo de discursos, jovens menos atentos podem começar a pensar que não vale a pena estudar porque vão para o desemprego e não terão qualquer mais-valia em estudar. Todos os dados indicam que estão muito enganados se assim pensarem, atualmente é muito mais facil encontrar emprego para uma pessoa com estudos académicos superiores que sem. Outro ponto importante a ter em conta é que os jovens de hoje em dia não podem pensar que por ter um curso superior vão logo auferir de um bom emprego e de um bom rendimento mensal, isto porque alguns destes jovens na altura de escolher o seu curso superior escolheram-no sabendo à priori que esse curso não tinha qualquer empregabilidade. Já não há empregos para a vida e as coisas não são entregues de mão beijada, há que procurar, lutar e conquistar.
Mas sim, lutem, porque este país precisa de contestação!!!!!!!!
HINO


MAIL COM CONVOCATÓRIA

12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!

Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.

02 março 2011

Novo esquema de assalto em caixas Multibanco

São recorrentes os assaltos a caixas multibanco, sendo o distrito de Leiria um dos distritos portugueses onde infelizmente mais se tem observado o furto de dinheiro junto a ATM (ou caixas multibanco).
Os esquemas são diversos mas segundo uma nota da PSP têm vindo a ser cada vez mais atrevidos, uma nova técnica de assalto consiste no seguinte, enquanto uma criança, pelo lado direito da pessoa que levanta o dinheiro, coloca um papel para um peditório, outra surge pela esquerda, carrega da tecla de 200 euros e aproveitando a distracção da vítima e foge. A criança, cúmplice, foge também. Junto à caixa multibanco, enquanto a pessoa tentava afastar a criança, o adulto que entretanto surgira já conseguiu retirar os 200 euros, o valor máximo que é permitido retirar por cada levantamento. Nas imediações costuma haver um carro que se encarrega de levar a criança para longe.
Este método de assalto ocorre cada vez mais frequentemente e, a par de outras técnicas, engrossa o número de fraudes. As autoridades acreditam que por detrás deste esquema estarão suspeitos estrangeiros, com origem no Leste europeu.
A PSP recomenda que ao se sentir perseguida ou vigiada deverá carregar de imediato na tecla vermelha e cancelar os movimentos. Em situações normais, é aconselhável que depois de levantar o dinheiro, este seja guardado de imediato.
Não cooperar com peditórios junto às caixas multibanco e não aceite a boa vontade de estranhos para processar pedidos são outras indicações que podem revelar-se valiosas.


(com jornal SOL)

24 janeiro 2011

Eleições presidenciais 2011 - Resultados

A tradição volta a repetir-se, um candidato presencial em funções volta a ser reeleito para o segundo mandato logo na primeira volta.
Não deixa de ser estranho que a sociedade passe a vida a criticar os politicos, e vai-se a ver são eles que recolhem o maior número de votos nestas eleições.
Afinal a culpa é dos politicos ou dos eleitores?
Não deixo de achar piada ao facto de alguns comentadores telivisivos acharem que vem ai um novo ciclo. Mas que novo ciclo?!?!?! O Presidente da Republica é o mesmo e o governo mantem-se inalterado, nada vai mudar, tudo na mesma.