10 setembro 2007

O caso dos McCan – Round 2

É a segunda vez que escrevo sobre um assunto que sinceramente nunca me atraiu grande simpatia.
É interessante ver o quão patética e ridícula consegue por vezes ser a nossa sociedade.
Façamos então uma breve retrospectiva sobre todo este caso.
O Desaparecimento: A 3 de Maio de 2007 desaparece do lar dos seus pais Madeleine McCan.
A Euforia: Como se de um acontecimento excepcionalmente único se tratasse dá-se uma demasiada importância a todo este caso.
A Genialidade: Os pais de Madeleine são considerados uns verdadeiros génios, conseguem engendrar diariamente uma qualquer situação que os faz ter “direito de antena” diariamente em todos os jornais televisivos e escritos do mundo, a mensagem “Find Madeline” e a fotografia daquela rapariga loura de olhos azuis fica na consciência de todos.
A teoria da conspiração: Aparece de tudo um pouco, desde a comparação com o caso de Natasha Kampus (a rapariga que depois de raptada durante 8 anos e meio conseguiu fugir da casa do seu raptor), até à mais recente de todas, que foram os pais de Madeline que a mataram.
Obra do diabo: Pois é, a fama tem destas coisas, vai-se de santo a diabo em menos de 4 meses. Foi só a Policia Judiciária constituir arguídos os McCan para toda a opinião pública que anteriormente os proclamava começar a apelida-los de macabros, assassinos, demónios, … bem, todo um conjunto de adjectivos que ficam sempre bem pronunciar na televisão.
Sinceramente este povo as vezes não tem cura, não terão o mínimo de bom senso que lhes permita observar este caso com a dose de sensacionalismo que lhe é prescritível?! Já pensaram nos efeitos colaterais que tudo isto pode causar? E os outros dois filhos do casal não terão noção do que se está a passar? Vale tudo aos jornais para conseguir vender? Porque não esperar calma e serenamente pelo desenrolar das investigações?
A verdade é esta, o preço da fama tem destas coisas.
Vai dar um bom filme este caso.

31 agosto 2007

GNR com mega operação em Pedrógão Grande, Sertã, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos

A GNR anunciou hoje a apreensão de uma grande quantidade de munições e ainda de armas, aparelhos áudio-visuais, material informático e telemóveis no âmbito de 11 buscas realizadas nos distritos de Castelo Branco e Leiria, noticia a Lusa.

A operação, conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal da Sertã, incidiu em residências, cafés e bombas de combustível situadas neste concelho e ainda nos municípios de Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande e Castanheira de Pêra (Leiria).

Segundo uma fonte da GNR de Coimbra, no âmbito da operação, que ainda se encontra em curso, foram detidos três homens, com idades compreendidas entre os 29 e os 37 anos, por posse de arma proibida.

Além de 562 munições de calibre 0.22, foram apreendidas 31 munições de calibre indeterminado e 11 de calibre 6.35. As buscas, desenvolvidas entre as 07:00 e as 10:30 de hoje, levaram também à apreensão de duas pistolas 6.35, uma pistola de alarme, uma caçadeira e uma espingarda de fabrico artesanal.

Computadores, televisões, DVDs, CDs, telemóveis, máquinas fotográficas, ferramentas eléctricas e material informático foram também apreendidos nas buscas, segundo os dados provisórios facultados pela GNR.

(por: portugalDiário)

20 agosto 2007

Centro de Saúde de Pedrógão Grande com falta de médicos

É no mínimo incrédulo, mas cada vez mais comum neste País que nos rodeia, na passada terça-feira, pelo menos duas doentes não foram atendidas por falta de médicos no centro de saúde de Pedrógão Grande, a justificação é simples, a falta de clínicos de serviço deve-se ao facto de estes se encontrarem de férias.
Uma das utentes veio mesmo a falecer a caminho do hospital de Nossa Senhora da Guia, em Avelar (Ansião), o seu filho não responsabiliza directamente a falta de médicos pelo caso. "Eu não estou a dizer que a minha mãe se ia salvar", mas aquilo "é uma casa que está aberta e induz as pessoas em erro". "Assim, mais valia que estivesse fechada", afirmou Vítor Cravo, filho da idosa de 75 anos que faleceu na tarde de terça-feira.
"Faltavam 20 minutos para as 14H00" e a "funcionária [do Centro de Saúde] disse-me que não havia médico" e "eu tive de levar a minha mãe com bastantes problemas de coração durante uma série de quilómetros até Avelar", desabafou.
Situação semelhante enfrentou João Henriques, que levou a mulher com febre ao Centro de Saúde de Pedrógão Grande, sem obter a necessária assistência.
"Ela tinha dores e febre, mas a funcionária disse para eu a levar para a Sertã ou para Avelar", explicou João Henriques.

O director do Centro de Saúde de Pedrógão Grande, Carlos David, admitiu que existem muitas dificuldades em assegurar o funcionamento diurno dos serviços durante o Verão. "As pessoas têm razão em reclamar", mas "não posso fazer nada. Eu até adiei a minha reforma porque, se me vou embora, fecham-se as extensões" existentes no concelho, desabafou Carlos David.
"Temos um Centro de Saúde com duas extensões e três médicos para mais de cinco mil utentes", pelo que "há dias em que se pode falhar à tarde", principalmente no "período de férias", explicou o director da instituição.
Mesmo assim, acrescentou que terça-feira "foi o único dia da semana" em que "tínhamos falta de médicos", salientou Carlos David.
Já para João Marques, presidente da Câmara de Pedrógão Grande e responsável pelos bombeiros locais, a falta de médicos é um "problema antigo", que se agrava em tempo de férias."No ano passado, a Administração Regional de Saúde ainda colocou mais um médico no Verão, mas este ano não trouxe ninguém", lamentou João Marques, que reclama - em conjunto com os restantes concelhos do norte do distrito de Leiria -, a criação de um serviço de atendimento permanente em Avelar, que sirva Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande e Castanheira de Pêra, concelhos do Norte do distrito de Leiria.

(com: diário as beiras)

Artigo Livre - Oleiros

Este artigo é de tema livre e serve para comentar todos os temas que tenham a ver com o concelho de OLEIROS.

12 agosto 2007

Chegam-nos Mail's - Carta Aberta ao Sr. Presidente da Câmara de Castanheira de Pêra

Transcrevemos de seguida o e-mail que o leitor Luis Gouveia nos enviou. Envie-nos também os seus mail's para: tertuliadopinhal@gmail.com


Exmº Senhor Presidente da Câmara de Castanheira de Pera
Tive oportunidade visitar pela 1ª vez o empreendimento Praia das Rocas e gostaria de fazer os seguintes comentários :
Parabens pela ideia e projecto " Praia das Rocas " um concelho do interior a necessitar de investimentos e de ideias novas para revitalizar o concelho e a necessitar de criar condições para que os seus municipes se sintam bem na sua terra e ao mesmo tempo criar condições para que este projecto seja conhecido e reconhecido e permita chamar gente de fora com tudo o que isso implica , restauração , hoteis , movimento , conhecimento .
Contudo tive oportunidade de sentir algumas falhas que podem pôr em causa todo este projecto :
- Limpeza das águas
-Limpeza de restaurante ( A ASAE FECHARIA ESTE ESTABELECIMENTO DE IMEDIATO COM FALTAS DE CONDIÇÕES E HIGIENE ).
-Azulejos dos sanitários que não tem protecção antiaderente e grande numero de acidentes por mim observados .
Entrada de piscina sem antiaderente ( eu tive queda gravissima , prontamente socorrido por funcionário , bem intencionado mas sem condições de apoio ).
- Falta de elemento de saude ( médico/ enfermeiro ou outro) com conhecimentos que permitam uma 1ª avaliação) .
Os meus cumprimentos e desejos que estes reparos sejam tidos em conta para evitar problemas mais sérios e que serão da responsabilidade da entidade gestora

Luis Gouveia


(envie também os seus mail's para: tertuliadopinhal@gmail.com)