15 maio 2008
14 maio 2008
13 maio 2008
Alvaiázere reivindica IC3 mais próximo do concelho
O troço do IC3 entre Coimbra e Tomar está em discussão pública e um dos dois traçados em discussão, que causa menos danos ambientais, prevê a construção da via mais afastada das zonas povoadas e não contempla qualquer ligação directa à sede de concelho.
Esta questão motivou um abaixo-assinado, que contou com uma “mobilização fantástica em 15 dias" pelo que "agora aguardamos uma reunião com o secretário de Estado”, afirmou à Agência Lusa Paulo Morgado, que entregou segunda-feira o documento ao Governo Civil de Leiria.
No total, foram recolhidas 4.785 assinaturas, a esmagadora maioria de moradores do concelho, que tem cerca de oito mil habitantes, revelou o autarca social-democrata, que espera agora uma “resposta justa” do Governo que atenda às reivindicações da população.
No abaixo-assinado, os munícipes reclamam que seja escolhido o traçado mais próximo da sede de concelho, o qual, no entanto, apresenta mais constrangimentos ambientais.
Caso a tutela não atenda esta pretensão, Paulo Morgado admite que a população possa aceitar outro traçado, mais afastado das zonas povoadas, desde que existam dois nós adicionais de ligação, um no centro do concelho – que irá servir também as zonas industriais – e outro mais a norte.
A obra será sujeita a concurso no início de 2009, com Paulo Morgado a esperar que as reivindicações dos munícipes sejam atendidas, tendo em conta que a maior parte do troço sul do IC3 Tomar/Coimbra será construída no concelho de Alvaiázere.
“Somos atravessados pelo IC3 e merecemos alguma atenção”, disse o autarca.
No abaixo-assinado, os subscritores lamentam o “esquecimento e consequente desinvestimento", que "tem levado ao isolamento e à desertificação” do concelho, pelo que o IC3 é visto como “uma via estruturante e fundamental para alavancar o desenvolvimento económico e social dignificador do concelho e da região”.
Em resposta a este abaixo-assinado, o governador civil de Leiria, Paiva de Carvalho, prometeu “fazer chegar as pretensões da população e dos autarcas ao Governo”, procurando realizar “uma reunião de trabalho no Ministério das Obras Públicas para apresentar o ponto de vista da população local”.
21 abril 2008
Pedrógão Grande - Agência do BPI assaltada
Hoje de tarde por volta das 13h, foi assaltada a dependência bancária do BPI em Pedrógão Grande, segundo fontes, o assalto foi feito por um Homem armado, que chegou a disparar um tiro dentro da Instituição Bancária.Na altura do assalto apenas um funcionário do Banco se encontrava dentro das instalações.
O suspeito já tem antecedentes criminais de vária natureza, inclusive por crime de roubo, pelos quais tinha sido condenado a uma pena de 18 anos de prisão, que estava a cumprir no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira.
Todavia, em 23 de Dezembro do ano passado, usufruiu de uma saída precária e acabou por não regressar à prisão. Pouco tempo depois, ter-se-á voltado a dedicar ao mesmo 'modus vivendi', regressando aos assaltos à mão armada. Na segunda-feira da semana passada, num único dia, terá perpetrado dois assaltos, um à agência do BPI de Pedrógão Grande e outro à Estação dos CTT de Mação. A actuação seguiu, em ambos os casos, a mesmas linhas de orientação, ou seja, esperava que os estabelecimentos tivessem uma clientela reduzida e, com um capuz na cabeça e óculos escuros, de forma a dificultar a sua identificação, ameaçava os funcionários com uma arma de fogo, de calibre 7.65 mm, exigindo-lhes o dinheiro.
Numa operação recorde, da responsabilidade da Secção Regional de Combate ao Banditismo da Directoria de Coimbra da PJ, os investigadores começaram por proceder à identificação do suspeito, contando com a ajuda das imagens recolhidas durante o assalto pelas câmaras de vigilância.
Arma pronta a disparar
Apesar de ter a face ocultada, foram reunidos elementos de identificação que acabaram por apontar para o evadido de Paços de Ferreira. As diligências encetadas permitiram, depois, identificar o suspeito, bem como proceder à sua localização, na zona de Santarém, onde foi detido na quinta-feira. Em seu poder o assaltante tinha uma arma de fogo, de calibre 7.65 mm, que supostamente terá usado nos assaltos às duas instituições.
A arma, apreendida pela PJ, estava devidamente municiada e tinha, inclusive, uma bala na câmara, ou seja, estava pronta a disparar.
Para além da arma, a PJ apreendeu dois veículos, uma viatura ligeira e uma moto, que o alegado assaltante terá usado para cometer os crimes, bem como diversos documentos e objectos relacionados com os assaltos.
Segundo apurámos, um dos documentos apreendidos é um bilhete de identidade falso, que o suspeito usava como elemento de identificação, eventualmente como forma de "disfarçar" a sua verdadeira identidade, uma vez que se encontrava evadido do estabelecimento prisional, onde, de resto, regressou de imediato. A Judiciária vai dar continuidade às investigações, uma vez que se admite como praticamente certo o envolvimento do evadido de Paços de Ferreira noutros assaltos à mão armada, recentemente ocorridos na região.
Aluno agride professor em Castanheira de Pêra
Castanheira de Pêra, Leiria, 18 Abr (Lusa) - Um rapaz de 12 anos apertou o pescoço a uma professora de Matemática na escola Bissaya Barreto, em Castanheira de Pêra, depois de a docente o ter advertido para parar de dar pontapés numa porta.
De acordo com uma fonte da escola básica do segundo e terceiro ciclo Bissaya Barreto, o incidente ocorreu cerca das 13:10 de quinta-feira, quando a docente de matemática foi para a sala dar uma aula de substituição de informática.
O aluno foi advertido porque estava a pontapear uma porta, disse a fonte.
A professora advertiu o jovem, que provém de uma família desestruturada e apresenta sinais de hiperactividade, e este reagiu apertando-lhe o pescoço, injuriando-a e tentando dar-lhe um pontapé na face.
Segundo António Alves, presidente do Conselho Executivo, o caso foi já sinalizado pela direcção mas falta ainda o relatório da professora.
"Houve qualquer coisa mas só me posso pronunciar depois de ter a exposição da professora", disse o mesmo responsável, embora salientando que se trata de um "aluno difícil".
No entanto, António Alves não esclareceu se o aluno irá ser punido disciplinarmente, tudo dependendo do relatório da docente.
Fonte da GNR confirmou a ocorrência mas negou que tenha sido apresentado qualquer queixa por parte da docente, que não teve de receber assistência médica.
(fonte: RTP)