16 novembro 2009

Chegam-nos mail's - Festival de Bandas Cover da Arega a 21 de Novembro

Transcrevemos de seguida o mail enviado pelo Movimento Construtivo Areguense.
 

------Inicio mail------
Irá realizar-se no próximo dia 21 de Novembro um Festival de Bandas Cover na freguesia da Arega, uma iniciativa do A.R.C.A (Associação Recreativa Areguense) que conta com o apoio da J.F. de Arega e C.M. de Figueiró Dos Vinhos. Este evento conta com a participação de  três bandas de Cover (bandas que imitam musicas de bandas como Muse, Nirvana, System of a Down, Bush, Blasted Mechanism, The Killers, Queen, Metallica, etc..).
Não faltes!
 

 
------Fim mail------
Envie também os seus mail's para tertuliadopinhal@gmail.com

13 novembro 2009

Economia portuguesa é a terceira que mais cresce na UE

É mesmo caso para o Ministro Teixeira dos Santos estar contente, a economia portuguesa registou o terceiro melhor desempenho da União Europeia no terceiro trimestre (Julho a Setembro), ao crescer 0,9% contra a média europeia de 0,4%, revelou o Eurostat.
A mesma fonte precisa que ainda em recessão encontram-se as economias do Reino Unido, Espanha, Chipre, Estónia, Hungria e Roménia.
Convenhamos, este é um tipo de notícia com a qual estamos muito pouco familiarizados. Portugal a ocupar os lugares cimeiros de um qualquer ranking da UE já é por si só alvo de noticia, quanto mais quando esse ranking mede o crescimento das economias europeias, quase que soa a utopia.
A ver se este clima de desenvolvimento e crescimento da economia se mantém nos próximos meses, e se o factor “Governo Minoritário” não condicionará esta boa prestação que estamos a ter.

RANKING

Lituânia +6,0%
Eslováquia +1,6%
Portugal +0,9%
Áustria +0,9%
República Checa +0,8%
Alemanha +0,7%
Itália +0,6%
Bélgica +0,5%
Holanda +0,4%
França +0,3%
Espanha -0,3%
Grécia -0,3%
Reino Unido -0,4%
Roménia -0,7%
Chipre -1,4%
Hungria -1,8%
Estónia -2,8%

05 novembro 2009

Concessão do Pinhal Interior finalmente adjudicada

Depois de uma primeira adjudicação controversa, que teve o chumbo da EP por o orçamentado apresentado pela empresa construtora ser muito superior ao orçamento inicialmente apresentado (e que levou a adjudicação da obra), eis que finalmente o processo termina com a adjudicação da concessão à Mota-Engil.
Lançada a 14 de Junho de 2008, em Condeixa, pelo primeiro-ministro José Sócrates, a concessão do Pinhal Interior inclui um pacote de estradas com uma extensão de 567 quilómetros, que irá servir cerca de 400 mil pessoas.
A concessão terá uma extensão de cerca de 520 kms, e incluirá dois eixos principais – IC3 e IC8. O IC3 é um eixo vertical que liga a futura Subconcessão da AE Centro desde o nó de Coimbra (IP3/IC2) até à A23 na zona de Torres Novas, e o IC8 é um eixo horizontal que liga a A17 na zona de Pombal/Ansião até novamente à A23, junto a Vila Velha de Rodão
A Mota-Engil revelou que a Estradas de Portugal formalizou a intenção de adjudicação da Subconcessão Pinhal Interior ao consórcio liderado pela MOTA-ENGIL (42,08%), através das suas participadas Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. (37,08%) e Mota-Engil Concessões de Transportes, SGPS, SA (5,00%).
A mesma fonte adianta que se trata de “subconcessão em regime de disponibilidade com um prazo de 30 anos”, com um investimento inicial “na ordem dos 1.429 milhões de euros”.

04 novembro 2009

Seis empresas têxteis da região fundem-se e criam a B4F

Seis unidades têxteis dos concelhos de Castanheira de Pêra (com uma unidade) e Ansião (com cinco unidades) vão fundir-se, tentando desta forma salvar um total de 345 postos de trabalho. Da fusão nascerá uma nova empresa, a “B4F”.
Toda a produção destas seis unidades fabris passará a ser canalizada para a B4F que, por sua vez, tem a responsabilidade da comercialização das marcas no mercado.
Um dos administradores, Manuel Arnaut, adiantou que a B4F vai ser uma sociedade "fortemente capitalizada, com fundo de maneio, capaz de ultrapassar os problemas de tesouraria com que se debatem as empresas, impedindo o seu encerramento, que era uma inevitabilidade e uma questão de tempo".
As unidades fabris, "fruto de diversas contingências, entraram em crise a partir de 2003", disse o mesmo responsável, acrescentando que, “várias tentativas de as viabilizar se revelaram insuficientes. A actual crise resultou em problemas de consumo, que baixou, e os salários em atraso agravaram-se".
O IAPMEI, segundo os responsáveis, foi um "factor decisivo" para avançar com o processo, que se iniciou em Janeiro, assim como a realização de estudos económicos que apontavam para a viabilização das unidades. Por outro lado, destacou o "empenho e diálogo" do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro.