22 janeiro 2010

CM Castanheira de Pêra associa-se a projecto ambientalista inovador

Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado.
O Projecto Limpar Portugal nasceu de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com milhares de voluntários.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível concretizar esta acção. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
O Município de Castanheira de Pera divulga e apoia esta causa, contribuindo para o esclarecimento de todos os interessados, com vista a fomentar a adesão de voluntários, para que juntos consigamos tornar este Concelho mais limpo e aprazível.

Para participar como voluntário só tem que preencher a ficha de inscrição em www.limparportugal.org, onde encontrará toda a informação referente a este projecto.
Ou contactando a CM Castanheira de Pêra através do mail limparportugal.castanheirapera@gmail.com

11 janeiro 2010

Cai neve na região, envie-nos as suas fotos

Pois é, parece que fomos brindados neste inicio de ano por um forte nevão que atingiu a nossa região. Um cenário único que há já muitos anos não assistia-mos.

Enviem as vossas fotos para tertuliadopinhal@gmail.com, todas elas serão publicadas no Blog.


Hoje os Alunos ficam em casa
Crianças de várias escolas da região vão ficar hoje em casa devido à queda de neve durante a noite, o motivo é a impossibilidade de circulação dos transportes escolares.

08 janeiro 2010

José Sócrates assinará em Ansião, no próximo domingo, o contrato de adjudicação da subconcessão do Pinhal Interior.

Desencadeado pela ronda ministerial que José Sócrates e o seu governo farão no próximo fim-de-semana pelo distrito de Leiria (dia 9 e dia 10, sábado e domingo), o primeiro-ministro deslocar-se-á no próximo domingo a Ansião pelas 13 horas, no Parque Empresarial do Camporês, para assinar o contrato que adjudica a subconcessão do Pinhal Interior.
Sem dúvida que esta será a formalização de um sonho que à muito era proclamada pelos habitantes da nossa região.

De relembrar que esta concessão prevê um conjunto de intervenções no IC8 e a construção do novo IC3 entre Coimbra e Tomar.


ACTUALIZAÇÃO (10/01/2010):

O primeiro-ministro José Sócrates classificou hoje em Ansião de “escândalo” a falta de investimento rodoviário na zona do Pinhal Interior nos últimos 25 anos, considerando um acto de justiça a concessão de construção e requalificação de vias, hoje adjudicada.
“Este é o momento em que o País faz justiça à zona do Pinhal Interior" que "constituía, no quadro das acessibilidades rodoviárias, um buraco negro onde nada acontecia há décadas”, disse o primeiro-ministro na cerimónia de adjudicação da concessão ao consórcio Ascendi.
“Há 25 anos foi aprovada a primeira proposta de Plano Rodoviário. Há 25 anos que o Estado disse ao Pinhal interior que iríamos construir estas acessibilidades e nada foi feito”, situação que classificou de “escândalo”.
Disse ainda que as acessibilidades rodoviárias hoje adjudicadas “correspondem aos mínimos exigidos em termos de segurança e conforto”.
“Não é um luxo”, frisou.
“Aceitou-se, durante décadas, que um conjunto significativo do país, uma região que tem concelhos de quatro distritos, ficasse assim desprezada e até um pouco humilhada do ponto de vista do investimento público perante o resto do país”, continuou.
A concessão Pinhal Interior engloba 22 concelhos en quatro distritos e tem um extensão de 567 quilómetros, 173 dos quais de construção de novos lanços.
Estes respeitam ao IC3 (Tomar-Coimbra), IC8 (entre Proença-a-Nova e a Auto-Estrada A23) e a ligação entre aquela via, na zona da Sertã até Cernache do Bonjardim.
Os novos troços a construir incluem ainda a ligação da Sertã a Oleiros (EN 238) e a Estrada Nacional 342 entre a Lousã, Góis, Arganil e Côja.
Dos 173 quilómetros de lanços a construir, 80 terão perfil de auto-estrada.
A concessão, por 30 anos, representa um investimento total de 1.244 milhões de euros e engloba ainda 135 quilómetros de vias a requalificar, incluindo a variante de Tomar (IC3) ou os troços do IC8 entre Pombal e Ansião e entre Pedrógão Grande e Sertã, entre outros.
Integra ainda a manutenção e exploração de 259 quilómetros de estradas já em serviço.
Na sua intervenção José Sócrates lembrou os nomes de povoações servidas pela concessão agora adjudicada - Alvaiázere, Ansião, Pampilhosa da Serra, Oleiros, Sertã, Proença-a-Nova “e até o Troviscal” - defendendo que “é altura do País conhecer melhor estes nomes”.
“Se há boa razão para lançar esta concessão é a ideia que durante anos estes nomes e estas terras foram esquecidos pelo Poder Central”, sublinhou.


(por: Destak)

Caso da menina da sertã - Já não há paciência

Afinal o processo do caso da menina da Sertã ainda não terminou.
Depois de o pai biológico ter interposto em 2004 uma acção para assumir a paternidade da sua filha, e depois da decisão favorável dos tribunais de entregar a menina ao pai biológico, decisão essa que como é sabido originou muita polémica, eis que finalmente em Março de 2009 o processo parecia estar à beira do fim, com a entrega definitiva da menina ao pai biológico.
Agora, quando tudo parecia estar resolvido, vem a mãe biológica da menina, que tinha entregue a sua filha para adopção alegando falta de meios para a criar, reivindicar em tribunal que a criança afinal deve ficar com ela. O processo começa hoje.
Parece estar mais que demonstrado que tanto a família biológica como a adoptiva estão pouco interessados no real bem-estar da sua "filha". Preocupam-se mais com as lutas mesquinhas entre si, portam-se como crianças que querem o seu brinquedo. Também verdade seja dita, certamente uma boa parte deste processo não foi motivado pelos reais interessados no processo (leia-se pais) mas sim pelo espírito de protagonismo que um processo como este traz para todos os seus intervenientes (agora façam as vossas deduções).
Um apelo a todos, TERMINEM de uma vez por todas com esta disputa e deixem a criança e os portugueses viver em paz, é que sinceramente já não há paciência.

05 janeiro 2010

Pedrógão Grande: Empresários de carrosséis protestam em Lisboa. Despedimentos podem estar iminentes

Centenas de proprietários de equipamentos de diversão, manifestam-se hoje, terça-feira, em Lisboa por não terem sido ouvidos pelo Governo aquando da aprovação, em Setembro passado, do decreto-lei que regula o licenciamento de carrosséis em recintos itinerantes ou improvisados.
Este é um dos sectores que mais emprego gera no concelho de Pedrógão Grande.
"Fizeram um decreto-lei em pleno período de transição do Governo, sem nos ouvir, logo a nós, que até tínhamos feito já uma proposta e criado uma comissão para poder com capacidade certificar os equipamentos anteriores a 2004, a que a actual norma não se aplica", disse à Lusa Luis Paulo Fernandes, da Associação Portuguesa dos Empresários de Diversão.
O empresário lembrou que em risco estão cerca de 250 empresas, das zonas de Pedrógão Grande e Pampilhosa da Serra, com um total de 2 000 postos de trabalho, e que representam cerca de 7 000 contratos temporários de energia por ano "pagos a taxas inflacionadas".
"O decreto-lei foi promulgado sem a audição prévia dos agentes económicos, ignorando prazos de transição/adaptação", afirma, sublinhando: "o campo de aplicação da norma refere-se apenas a equipamentos fabricados depois de 2004".
"Se eu concorrer, enquanto empresário, a um concurso para instalar um equipamento qualquer numa determinada zona, a entidade que atribui o certificado vai olhar para o carrossel como se fosse posterior a 2004, o que não é o caso, e inviabiliza qualquer hipótese de vencer esse concurso", acrescentou.
O responsável realça ainda que os acidentes com este tipo de equipamentos de diversão "são esporádicos" e afirma: "não há equipamentos de diversão de empresários da associação que tenha funcionado em 2009 e que não tivesse dois termos de responsabilidade, de engenheiros e proprietários, e que não estivesse autorizado pela própria câmara municipal".
Como exemplo do que classifica como uma confusão do novo decreto-lei, Luis Paulo Fernandes afirmou: "os empresários primeiro têm de ter uma licença de instalação, pela qual pagam 30 a 40 mil euros, e só depois é que pedem certificados de inspecção".
"Com as taxas de pagamos, nós contribuímos mais para o desenvolvimento do país do que muitas pequenas e médias empresas, que, ao contrário do que acontece com o nosso sector, têm apoios", afirmou.
O responsável defende mesmo que a certificação destes equipamentos seja feita pelas respectivas associações, à semelhança do que disse acontecer nalguns países europeus.
Os empresários de diversão pretendem concentrar-se de hoje junto à sede do Instituto Português de Acreditação (Monte da Caparica), que designou a entidade que fará a certificação dos equipamentos (Instituto Electrotécnico Português) e, à tarde, deverão manifestar-se junto da Assembleia da República.
O protesto prolonga-se por quarta-feira, junto ao Governo Civil de Lisboa.

Actualização (05-01-2010, 15h35m): Manifestação durante a manhã gera confrontos com a polícia causando dois feridos entre os policias.
Infelizmente alguns empresários não se contiveram e tentaram invadir as instalações do IPQ. Segundo fontes da GNR, «houve tentativa de entrada forçada nas instalações por parte dos manifestantes e alguns elementos exerceram actos violentos sobre os agentes».
Nos confrontos desta manhã, os manifestantes atingiram a GNR com pedras, garrafas de água vazias e com os cabos dos cartazes que traziam nas mãos.
«A GNR esteve presente no local para garantir a legalidade da manifestação, nomeadamente no que diz respeito à integridade das instalações do Instituto Português da Qualidade (IPQ), [onde está sediado o IPA], e por isso actuou», disse ainda a mesma fonte.
Os dois militares foram encaminhados para o hospital Garcia de Orta, em Almada.
A GNR desconhece a gravidade dos seus ferimentos. 

(Com: Destak)