25 setembro 2011

Três feridos graves em acidente no IC8

Três feridos em estado grave, este é o resultado de uma colisão frontal de um ligeiro de passageiros com um ligeiro de mercadorias, que ocorreu no sábado pelas 13h30. O acidente ocorreu no Itinerário Complementar N8 (IC8), junto à zona industrial Camporês, em Chão de Couce, no concelho de Ansião.
O choque ocorreu numa zona de curva com traço contínuo, onde é comum haver acidentes. Os feridos são o condutor do ligeiro de passageiros, da marca BMW, de 21 anos, e a condutora do veiculo de mercadorias, um Renault Trafic, de 49 anos, e o seu filho, com 16 anos, ambos residentes em Santiago da Guarda.
Os sinistrados foram socorridos pelos Bombeiros Voluntários de Ansião e por uma equipa médica do INEM, tendo sido transportados ao Hospital dos Covões, em Coimbra.

(Fonte: Correio da Manhã)

13 setembro 2011

ex-deputado Carlos Lopes começa a ser julgado amanhã

O ex-deputado e último candidato socialista à Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, Carlos Lopes, vai começar a ser julgado no tribunal da comarca de Figueiró dos Vinhos na próxima quarta-feira, dia 14 de Setembro. Esta será a primeira de quatro sessões que serão presididas pelo Juiz Nelson Fernandes e que conta com certa de meia centena de testemunhas. O ex-dirigente responderá por 19 crimes de corrupção passiva, um de tráfico de influências, dois de peculato e um de falsificação de documentos, estes últimos em coautoria com o seu irmão, Pedro Lopes, e pelo economista Luís Silveirinha.
Estes casos remontam a 2005 aquando das eleições autárquicas de 2005, quando Carlos Lopes era dirigente distrital e concelhio do PS e Chefe de Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos.
De acordo com a acusação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Carlos Lopes «efetuou vários contactos com vista à angariação de fundos» para a referida campanha e que «ficassem à margem ou não constassem» da respetiva contabilidade. Para tal, procurou contactar com indivíduos que já teriam tido ou mantinham à data relações profissionais contratuais com a Câmara Municipal, ou previsivelmente no futuro iriam ter.
A acusação, assinada pelo Procurador Orlando Figueira, o ex-chefe de gabinete do governador civil de Leiria «subtraiu à quantia doada o valor do IVA, e ficou de forjar, ou mandar forjar, documentos de despesa para que os doadores a pudessem utilizar e assim justificar na contabilidade das suas empresas a saída da quantia doada».
Orlando Figueira refere que em conjunto com Pedro Lopes, seu irmão e vice-presidente da autarquia, e Luís Silveirinha, economista e técnico superior na mesma Câmara Municipal, «recorreram a outros meios como sejam o de desviarem fundos do Município para pagamento de despesas da campanha eleitoral».
«Terão viciado as contas da Câmara e viciaram também as contas do PS que apresentaram à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos», adianta o documento do DCIAP, acrescentando que, quanto às despesas pagas pela autarquia, «foi notória a preocupação para que a tramitação efetuada nos serviços da Câmara para processamento das despesas em causa ficasse concluída antes da tomada de posse dos novos membros dos órgãos autárquicos».
O documento refere, ainda, que «das conversas telefónicas, constatou-se que o arguido advertiu insistentemente aqueles dois arguidos [Pedro Lopes e Luis Silveirinha] para que o conhecimento dos factos ficasse apenas entre eles, e que, o ainda presidente não tomasse conhecimento das mesmas».


(fonte: Noticias do Centro)

10 setembro 2011

Pedrógão Grande é dos mais empreendedores do país

Estudo publicado pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto conclui que Pedrógão Grande é um dos concelhos mais empreendedores do País.
O município aparece destacado num trabalho académico da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, intitulado 'Determinantes do empreendedorismo ao nível do poder político local em Portugal'.
O estudo em causa "pretendeu averiguar quais os determinantes do empreendedorismo político de base local/municipal em Portugal, bem como traçar um 'mapa' dos municípios mais empreendedores no País, e entre os 10 primeiros, Pedrógão Grande aparece no sétimo lugar.

(Fonte: Diário de Leiria)

30 agosto 2011

Variante do Troviscal finalmente concluída


Estão concluídas as obras da variante do Troviscal em Castanheira de Pêra, a obra estava a cargo da empresa Mota-Engil (através da concessionária Ascendi) e faz parte da concessão rodoviária do Pinhal Interior. 
A variante tem uma extensão de 2.6 km (entre a rotunda da roda e a rotunda de acesso à nacional 236), exatamente a mesma distância que levaria caso seguisse pela EN236. Não se ganha em distância mas ganha-se em tempo, a nova variante passa por fora da aldeia do Troviscal e tem os cruzamentos todos desnivelados, podendo-se equiparar a um IC. Uma estrada com excelente sinalização e boas escapatórias.
Uma obra que estaria condenada a nunca ver a luz do dia, não tivesse ganho um revés aquando do programa de concessões rodoviárias levado a cabe pelo ex. governo socialista, concessões essas que são vistas como catastróficas para as nossas finanças públicas por alguns dos mais reputados economistas nacionais.

05 agosto 2011

Pedrógão Grande - Mais um caso de violência doméstica

Infelizmente têm sido muitas as notícias de violência doméstica grave na nossa região, um autêntico flagelo que merece maior acompanhamento das autoridades e endurecimento das penas a aplicar.
Em Portugal a justiça é branda para quem pratica atos de violência doméstica, parece que ainda reina a velha máxima do "entre marido e mulher não metas a colher".
Devia-mos seguir o exemplo dos nossos vizinhos espanhóis que fomentaram uma campanha nacional de grande escala para que tanto as vitimas de violência doméstica como testemunhas acusassem os agressores. Estes por sua vez iriam encontrar uma justiça sem complacência para com estes comportamentos primitivos.
Violência doméstica deveria ser considerada crime público, não sendo dessa forma necessária qualquer queixa por parte da vítima, que na maior parte dos casos não denuncia os abusos por medo de represálias e porque a justiça pura e simplesmente é branda!
O caso mais recente de violência doméstica ocorreu em Pedrógão Grande, Casal da Marinha, entre Paulino Ribeiro, 55 anos, e Maria da Assunção Ribeiro, 43. Eram frequentes os desentendimentos "por tudo e por nada". Esta semana o homem chegou a casa embriagado, pelas 23h00, e agrediu a mulher e os dois filhos, de 16 e 21 anos, a murro e a pontapé. E "pendurou" Maria Assunção na varanda da casa, a uma altura três metros.
"Ele já bateu muitas vezes na mulher e ontem [quarta-feira] foi mais um desses dias. Quando o filho viu a mãe agarrada às grades da varanda para cair, segurou o pai pelas costas e não deixou que lhe batesse mais. Ainda são uns metros de altura e a mulher esteve pendurada. Valeu--lhe o filho, que segurou o pai, e a filha, que foi por baixo ampará-la" para escorregar até ao chão, declarou ao Correio da Manhã uma vizinha do casal, que pediu para não ser identificada. "Ele gritou para o filho o largar. Quando se soltou do rapaz, deu-lhe murros e pontapés e foram todos para o hospital."
Segundo os Bombeiros de Pedrógão Grande, duas pessoas ficaram em estado grave – a mulher e o filho. O agressor e a filha sofreram pequenas escoriações. Já todos tiveram alta hospitalar.
Isidro Silva, irmão de Maria da Assunção, explicou que ela e os dois filhos estão fisicamente recuperados, mas encontram--se longe do agressor. "Contactei a minha irmã e ela disse-me que os três estavam bem e recuperados. Contudo, não me quis dizer onde se encontravam", explicou o familiar.
Além dos militares da GNR, deslocaram-se ao local oito bombeiros da corporação de Pedrógão Grande, apoiados por três ambulâncias, que prestaram assistência às vítimas.
MÃE E FILHOS AINDA NÃO FIZERAM QUEIXA
Segundo a GNR, até ontem não tinha sido "apresentada qualquer queixa motivada pela ocorrência". "Quando a GNR chegou ao local, as vítimas estavam a ser socorridas pelos bombeiros, e os militares não presenciaram qualquer agressão. Como não houve flagrante delito, ninguém foi detido. O processo seguirá para tribunal", explicou uma fonte da GNR de Leiria, adiantando que "não foi usada qualquer arma ou objeto nas agressões".

(com: Correio da Manhã)