10 outubro 2011

IC3 terá portagens ainda durante este mês.

A notícia apanhou todos de surpresa, ninguém estava à espera desta novidade amarga, que só passou a ser do conhecimento público depois de serem colocados os pórticos de portagens.
Uma medida incompressível, uma vez que estamos a falar de um Itinerário Complementar e não de uma autoestrada/SCUT. O governo social democrata está empenhado em ter receitas rápidas e seguras, custe a quem custar e doa a quem doer.
O Troço será taxado entre o nó de Tomar e a entrada para a autoestrada A23, não sendo para já conhecidos os valores a aplicar, mas tendo por base os valores aplicados nas outras SCUTS nacionais (~€0.09/KM), prevê-se uma cobrança de 90 cêntimos para os 10Km do percurso.
De salientar que o IC3 é a via de eleição para muitos dos habitantes da nossa região que se desejam deslocar a Lisboa, deslocação essa que ficará bem mais cara depois da introdução das portagens no IC3 e na A23.
Questionado por um jornal regional relativamente à introdução de portagens no IC3, Miguel Relvas reiterou a sua resposta. “Tem que haver portagens para todos. Ou pagam todos ou não paga ninguém. O princípio de justiça é o de utilizador pagador".
Resta saber como vão reagir os utilizadores a mais esta investida governamental. A Comissão de Utentes da A23 esclarece: “A população foi apanhada de surpresa com a instalação dos pórticos. Vai haver barulho e muito!” A comissão de utentes pretende saber quais são os critérios para aplicação de portagens. “Será nos troços com quatro faixas, só neste IC ou em todos os que foram concessionados? Já agora queremos saber se também vão incluir as estradas nacionais concessionadas, como é o caso da EN2 entre Abrantes e Vila de Rei”, questiona.
Uma atitude lamentável que nos deixa a todos surpreendidos. Se o IC3 passa a ser portajado somente porque tem 4 fachas de rodagem, então porque não decide o governo portajar o IC19 em Lisboa que também possui a mesma fisionomia?! Estará o interior do país condenado à pobreza e ao abandono?!

06 outubro 2011

Incêndio em Castanheira de Pêra

O incêndio que lavrava há mais de 24 horas em Castanheira de Pêra já está extinto.
Este incêndio foi considerado o maior do ano em Portugal e levou à mobilização de 419 bombeiros e 95 viaturas de todas as corporações do país.
O Incendio iniciou-se na localidade de Sarnadas em Castanheira de Pêra e expandiu-se até aos concelhos vizinhos de de Pedrógão Grande e Góis.
Além dos avultados prejuizos materiais há a lamentar um ferido ligeiro (um bombeiro da corporação de Castanheira de Pêrao) e a perda de um carro de combate a incêndios pelos Bombeiros Voluntarios de Castanheira de Pêra.

25 setembro 2011

Três feridos graves em acidente no IC8

Três feridos em estado grave, este é o resultado de uma colisão frontal de um ligeiro de passageiros com um ligeiro de mercadorias, que ocorreu no sábado pelas 13h30. O acidente ocorreu no Itinerário Complementar N8 (IC8), junto à zona industrial Camporês, em Chão de Couce, no concelho de Ansião.
O choque ocorreu numa zona de curva com traço contínuo, onde é comum haver acidentes. Os feridos são o condutor do ligeiro de passageiros, da marca BMW, de 21 anos, e a condutora do veiculo de mercadorias, um Renault Trafic, de 49 anos, e o seu filho, com 16 anos, ambos residentes em Santiago da Guarda.
Os sinistrados foram socorridos pelos Bombeiros Voluntários de Ansião e por uma equipa médica do INEM, tendo sido transportados ao Hospital dos Covões, em Coimbra.

(Fonte: Correio da Manhã)

13 setembro 2011

ex-deputado Carlos Lopes começa a ser julgado amanhã

O ex-deputado e último candidato socialista à Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, Carlos Lopes, vai começar a ser julgado no tribunal da comarca de Figueiró dos Vinhos na próxima quarta-feira, dia 14 de Setembro. Esta será a primeira de quatro sessões que serão presididas pelo Juiz Nelson Fernandes e que conta com certa de meia centena de testemunhas. O ex-dirigente responderá por 19 crimes de corrupção passiva, um de tráfico de influências, dois de peculato e um de falsificação de documentos, estes últimos em coautoria com o seu irmão, Pedro Lopes, e pelo economista Luís Silveirinha.
Estes casos remontam a 2005 aquando das eleições autárquicas de 2005, quando Carlos Lopes era dirigente distrital e concelhio do PS e Chefe de Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos.
De acordo com a acusação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Carlos Lopes «efetuou vários contactos com vista à angariação de fundos» para a referida campanha e que «ficassem à margem ou não constassem» da respetiva contabilidade. Para tal, procurou contactar com indivíduos que já teriam tido ou mantinham à data relações profissionais contratuais com a Câmara Municipal, ou previsivelmente no futuro iriam ter.
A acusação, assinada pelo Procurador Orlando Figueira, o ex-chefe de gabinete do governador civil de Leiria «subtraiu à quantia doada o valor do IVA, e ficou de forjar, ou mandar forjar, documentos de despesa para que os doadores a pudessem utilizar e assim justificar na contabilidade das suas empresas a saída da quantia doada».
Orlando Figueira refere que em conjunto com Pedro Lopes, seu irmão e vice-presidente da autarquia, e Luís Silveirinha, economista e técnico superior na mesma Câmara Municipal, «recorreram a outros meios como sejam o de desviarem fundos do Município para pagamento de despesas da campanha eleitoral».
«Terão viciado as contas da Câmara e viciaram também as contas do PS que apresentaram à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos», adianta o documento do DCIAP, acrescentando que, quanto às despesas pagas pela autarquia, «foi notória a preocupação para que a tramitação efetuada nos serviços da Câmara para processamento das despesas em causa ficasse concluída antes da tomada de posse dos novos membros dos órgãos autárquicos».
O documento refere, ainda, que «das conversas telefónicas, constatou-se que o arguido advertiu insistentemente aqueles dois arguidos [Pedro Lopes e Luis Silveirinha] para que o conhecimento dos factos ficasse apenas entre eles, e que, o ainda presidente não tomasse conhecimento das mesmas».


(fonte: Noticias do Centro)

10 setembro 2011

Pedrógão Grande é dos mais empreendedores do país

Estudo publicado pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto conclui que Pedrógão Grande é um dos concelhos mais empreendedores do País.
O município aparece destacado num trabalho académico da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, intitulado 'Determinantes do empreendedorismo ao nível do poder político local em Portugal'.
O estudo em causa "pretendeu averiguar quais os determinantes do empreendedorismo político de base local/municipal em Portugal, bem como traçar um 'mapa' dos municípios mais empreendedores no País, e entre os 10 primeiros, Pedrógão Grande aparece no sétimo lugar.

(Fonte: Diário de Leiria)