11 julho 2012

Autarquia de Figueiró dos Vinhos - Troca de vereadores socias-democratas

A vereadora do Município de Figueiró dos Vinhos, Paula Alves, foi hoje empossada como Diretora Clínica do Instituto Português de Oncologia em Coimbra, o que a levou a renunciar ao mandato de vereadora que vinha exercendo. José Manuel Fidalgo, antigo diretor da Rádio Litoral do Centro é o senhor que segue na vereação.
O mandato de Paula Alves durou 6 meses, a edil agora demissionária tinha sido chamada para a vereação da autarquia figueiroense há cerca de seis meses aquando do falecimento de Álvaro Gonçalves.
O executivo figueiroense fica assim composto pelo presidente Rui Silva, pelos vereadores Amândio Mendes e José Manuel Fidalgo (os três sociais-democratas), e por Carlos Lopes e Jorge Abreu (os dois socialistas).

06 julho 2012

Corte do subsídio de Férias e Natal considerado inconstitucional

O Tribunal Constitucional considerou inconstitucional o corte do subsídio de férias e de Natal da função pública declarando o princípio da igualdade, fundamentando que “aceita que não haja direitos adquiridos, no sentido em que nos períodos de grande dificuldade os funcionários públicos e os pensionistas possam ter de fazer sacrifício adicional, mas entende que esses sacrifícios não podem ficar confinados aos funcionários públicos e pensionistas e, portanto, deveriam ser estendidos, numa medida equivalente, aos outros cidadãos”. Esta medida só terá efeito em 2013, uma vez que o dito tribunal considerou que se a medida fosse tomada já em 2012, tal poderia pôr em risco a meta do défice acordada no Memorando de Entendimento, pelo facto de a execução orçamental se encontrar “em curso avançado”.
Boas noticias?! Nem por isso, antes pelo contrário. A meta do deficit de 3.5% do PIB em 2013 continua a ter de ser atingida. Pode-se não atingir a meta através do corte do subsídio de férias e natal dos funcionários públicos, contudo terão de se encontrar alternativas. O corte do subsídio tanto para funcionários públicos como privados pode ser uma solução, mas não acredito que seja posta em prática, uma vez que esta medida só iria aumentar a carga fiscal dos portugueses, não cortando na despesa do estado (o real problema do país).
Do meu ponto de vista e baseando-me no recente estudo do Banco de Portugal onde é mencionado que para as mesmas qualificações os funcionários públicos ganham mais 15% que os privados, bem como usufruírem de emprego vitalício, ao contrário do setor privado que vive diariamente com o fantasma do desemprego, só há uma medida a tomar, baixem-se os salários do setor privado em 15%. Esta é a única solução de bom senso que se poderia tomar, o despedimento poderia ser outra medida, mas numa altura em que nos aproximamos perigosamente dos 20% de desempregados não seria de todo oportuno.
Contudo continuamos a aguardar as medidas reformistas e de corte que este governo disse que iria tomar, até ver só temos visto aumentos de impostos e cortes salariais.

Festival gastronomia na Sertã entre dia 6 e 8 de Julho

Começa hoje na Sertã o Festival de Gastronomia do Maranho e do Bucho. Dois pratos típicos daquela vila Beirã que começam a  ganhar importância a nível nacional.
De salientar o enorme esforço que a autarquia tem feito na promoção deste festival tentando divulgar este que é sem dúvida um dos seus maiores patrimónios culturais.
Uma aposta acertada no turismo.
Não se esqueça, visite a Serã entre os dias 6 e 8 de Julho de 2012.



04 julho 2012

Miguel Relvas concluiu licenciatura num ano

Diria que este é um ministro que já não nos surpreende pela sua negatividade, se não, vejamos, começou com o caso das secretas e as mentiras que prestou no parlamento, seguiu-se o caso da jornalista do público e termina com a mais recente polémica. Pois bem, se acha que o ex-primeiro ministro José Socrates comprou a sua licenciatura na Universidade Independente, o que dirá do SuperDotado Monistro José Relvas que alegadamente não compareceu uma única vez na universidade e num ano ficou com uma licenciatura?
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas requereu a sua admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu uma licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007, com 11 de classificação final. O curso tem um plano de estudos de 36 cadeiras semestrais, distribuídas por três anos. O presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (Apesp), João Redondo, diz que fazer uma licenciatura de três anos só num ano “não é de todo vulgar”.
António Valle, adjunto de Miguel Relvas, explicou ao jornal PÚBLICO que, quando pediu admissão à Lusófona, esta universidade privada analisou o “currículo profissional” de Relvas, bem como a frequência dos “cursos de Direito e História” anos antes – sendo que da frequência desses cursos resultara a conclusão de uma cadeira (Ciência Política e Direito Constitucional, com 10 valores, na Universidade Livre, instituição privada que deu origem à Universidade Lusíada). Valle não esclareceu quantos créditos foram atribuídos ao ministro pela Lusófona nem quantas cadeiras Miguel Relvas fez.
Quando pediu para ser admitido nesta instituição de ensino, o actual governante já tinha sido eleito deputado várias vezes e ocupado o cargo de Secretário de Estado da Administração Local do XV Governo Constitucional.
João Redondo, presidente da Apesp e vice-presidente da Fundação Minerva, que detém a Universidade Lusíada, considera que fazer uma licenciatura de três anos num ano “não é de todo vulgar”, no universo das instituições de ensino, tanto mais que Miguel Relvas só tinha uma cadeira do ensino superior concluída.
Segundo informação do gabinete do ministro, este inscreveu-se pela primeira vez no ensino superior em 1984, no curso de Direito da Universidade Livre, uma instituição privada.
Em 1985 concluiu, após frequência escrita e prova oral, a disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional. Em Setembro desse ano pediu transferência para o curso de História, ainda na Livre. Matriculou-se em sete disciplinas, mas não fez nenhuma.
Em 1995/96 pediu reingresso na Lusíada para o curso de Relações Internacionais. Não frequentou nenhuma cadeira. Só dez anos depois requereu admissão à Lusófona.
Esta última universidade não forneceu o seu regulamento para reconhecimento de competências profissionais.
(Com Jornal Público)

01 julho 2012

TERTÚLIA DO PINHAL ESTÁ DE VOLTA

O TERTÚLIA DO PINHAL ESTÁ DE VOLTA.
A TODOS OS NOSSOS SEGUIDORES PEDIMOS DESCULPA POR ESTA AUSÊNCIA DE QUASE SEIS MESES.
ESTAMOS DE VOLTA E AINDA MAIS FORTES.

ATÉ BREVE