16 julho 2012
A13 Avança a bom rimo
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12 julho 2012
Tertúlia do Pinhal com novo domínio - www.tertuliadopinhal.pt
11 julho 2012
Autarquia de Figueiró dos Vinhos - Troca de vereadores socias-democratas
O mandato de Paula Alves durou 6 meses, a edil agora demissionária tinha sido chamada para a vereação da autarquia figueiroense há cerca de seis meses aquando do falecimento de Álvaro Gonçalves.
O executivo figueiroense fica assim composto pelo presidente Rui Silva, pelos vereadores Amândio Mendes e José Manuel Fidalgo (os três sociais-democratas), e por Carlos Lopes e Jorge Abreu (os dois socialistas).
06 julho 2012
Corte do subsídio de Férias e Natal considerado inconstitucional
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Festival gastronomia na Sertã entre dia 6 e 8 de Julho
De salientar o enorme esforço que a autarquia tem feito na promoção deste festival tentando divulgar este que é sem dúvida um dos seus maiores patrimónios culturais.
Uma aposta acertada no turismo.
Não se esqueça, visite a Serã entre os dias 6 e 8 de Julho de 2012.
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04 julho 2012
Miguel Relvas concluiu licenciatura num ano
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas requereu a sua admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu uma licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007, com 11 de classificação final. O curso tem um plano de estudos de 36 cadeiras semestrais, distribuídas por três anos. O presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (Apesp), João Redondo, diz que fazer uma licenciatura de três anos só num ano “não é de todo vulgar”.
António Valle, adjunto de Miguel Relvas, explicou ao jornal PÚBLICO que, quando pediu admissão à Lusófona, esta universidade privada analisou o “currículo profissional” de Relvas, bem como a frequência dos “cursos de Direito e História” anos antes – sendo que da frequência desses cursos resultara a conclusão de uma cadeira (Ciência Política e Direito Constitucional, com 10 valores, na Universidade Livre, instituição privada que deu origem à Universidade Lusíada). Valle não esclareceu quantos créditos foram atribuídos ao ministro pela Lusófona nem quantas cadeiras Miguel Relvas fez.
Quando pediu para ser admitido nesta instituição de ensino, o actual governante já tinha sido eleito deputado várias vezes e ocupado o cargo de Secretário de Estado da Administração Local do XV Governo Constitucional.
João Redondo, presidente da Apesp e vice-presidente da Fundação Minerva, que detém a Universidade Lusíada, considera que fazer uma licenciatura de três anos num ano “não é de todo vulgar”, no universo das instituições de ensino, tanto mais que Miguel Relvas só tinha uma cadeira do ensino superior concluída.
Segundo informação do gabinete do ministro, este inscreveu-se pela primeira vez no ensino superior em 1984, no curso de Direito da Universidade Livre, uma instituição privada.
Em 1985 concluiu, após frequência escrita e prova oral, a disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional. Em Setembro desse ano pediu transferência para o curso de História, ainda na Livre. Matriculou-se em sete disciplinas, mas não fez nenhuma.
Em 1995/96 pediu reingresso na Lusíada para o curso de Relações Internacionais. Não frequentou nenhuma cadeira. Só dez anos depois requereu admissão à Lusófona.
Esta última universidade não forneceu o seu regulamento para reconhecimento de competências profissionais.
01 julho 2012
TERTÚLIA DO PINHAL ESTÁ DE VOLTA
A TODOS OS NOSSOS SEGUIDORES PEDIMOS DESCULPA POR ESTA AUSÊNCIA DE QUASE SEIS MESES.
ESTAMOS DE VOLTA E AINDA MAIS FORTES.
ATÉ BREVE
06 janeiro 2012
GNR excesso de zelo ou cumprindo o seu dever?
Cumprir a lei sim, excesso de zelo e perseguição, NÃO!
30 dezembro 2011
22 novembro 2011
Pedro Passos Coelho antes e depois de ser Primeiro-Ministro
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18 novembro 2011
Carlos Lopes absolvido de todos os crimes
Em declarações afirmou que "Este é um dos dias mais felizes da minha vida. A Justiça tarda mas não falha", disse à saída do Tribunal, lamentando "seis anos de muito sofrimento" e expressando a sua convicção de que na origem do processo estiveram "motivações pessoais e políticas".
Uma vez absolvido, sublinha, "é meu dever manifestar a minha disponibilidade" para assumir uma candidatura nas próximas eleições autárquicas, admitindo, contudo, que essa é uma matéria que deverá ainda ser alvo de reflexão por parte da concelhia socialista de Figueiró dos Vinhos".
Na opinião de Carlos Lopes, o caso "condicionou as eleições autárquicas de 2009", prejudicando a sua imagem como deputado, chefe de gabinete do Governador Civil de Leiria e candidato à Câmara de Figueiró dos Vinhos.
Hoje, o juiz que presidiu ao coletivo que julgou o caso explicou que dada a moldura penal e ausência de suporte documental e testemunhal não era possível, perante a lei, a utilização das escutas telefónicas como meio de prova, realçando que nenhum dos crimes que constam da acusação foram dados como provados.
O processo remonta a 2005 e do despacho de acusação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) constavam situações de financiamento partidário ilícito, viciação das contas do município e desvio de fundos da Câmara para a campanha eleitoral autárquica do PS.
O DCIAP acusava o dirigente socialista, e então deputado do PS eleito por Leiria, de 19 crimes de corrupção passiva e de um crime de tráfico de influências.
Carlos Lopes respondia ainda por dois crimes de peculato em coautoria com outros dois arguidos - Pedro Lopes, seu irmão e ex-vice presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos, e Luís Silveirinha, funcionário da autarquia.
Contudo, nas alegações finais o Ministério Público expressou dificuldade em sustentar a acusação dos 19 crimes de corrupção de que era acusado Carlos Lopes e referiu mesmo que deveria ser o DCIAP a defender essa acusação.
15 novembro 2011
Ranking das escolas para 2011 - Região continua abaixo da média nacional.

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11 novembro 2011
Sondagem: Vai aderir á Greve Geral de 24 de Novembro
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09 novembro 2011
Veja se o seu concelho é abrangido pelo regime de isenções/descontos das ex SCUT A23, A25 e A24
A que descontos o utente tem direito?
O que devo fazer para ter acesso aos regime de isenções/descontos?
Qual a regra utilizada para a atribuição de isenções e descontos?
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05 novembro 2011
IC3 vira A13 e começa a cobrar portagens
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28 outubro 2011
27 outubro 2011
Loja Social em Pedrógão Grande
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21 outubro 2011
Construção do Ic3 entre Tomar e Avelar a bom ritmo
Como confirmam as imagens que capturamos recentemente, a construção do IC3 em formato de autoestrada está a bom ritmo. Esta empreitada prevê inicialmente a construção do troço entre Tomar e Avelar-Sul, sendo esta uma via essencial para a nossa região.
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QR Code - Nova secção do Tertúlia do Pinhal
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16 outubro 2011
Portugal à beira do caos Económico
Foi com enorme espanto que ouvi as mais recentes medidas de austeridade anunciadas por um governo que sempre se autointitulou por liberal, social-democrata e fez muito recentemente cair um governo socialista por achar absurdas e provocadoras de caos social e económico as medidas que apresentou no tão afamado PEC4. Contudo nunca houve um governo que em tão pouco espaço de tempo aumentasse tanto a carga fiscal e tenha tomado medidas que comparadas com as anunciadas no PEC, mais parecem dignas de um governo estalinista de um qualquer ilhéu perdido no meio do atlântico.
O fim do subsídio de natal e férias para trabalhadores públicos que ganhem acima dos 1000 euros por mês é uma medida cega e completamente absurda. Muitos dirão que esta é a fatura de se ser funcionário público, tem-se emprego garantido para a vida, portanto têm de aguentar com estas medidas, sempre é melhor que mandar milhares de funcionários públicos para a rua. Ok, dê-se por desbarato que sim, que deste ponto de vista esta medida até poderá fazer algum sentido, mas o problema que se impõem é: Vai ser cortado o subsídio de férias e natal a certa de 1 milhão de pessoas (funcionários públicos e reformados), isto terá uma consequência nefasta para a nossa economia, ou seja, as pessoas entram em sobressalto e param de consumir, ou porque simplesmente não têm dinheiro ou por medo do futuro e decidem poupar, limitando-se a comprar o essencial para o dia-a-dia, comida e pouco mais, a consequência é óbvia, a economia não aguenta, o pais entra em recessão, as empresas entram em falência e as pessoas vão para o desemprego. A ementa está feita, sirva-se quem quiser!
Adaptemos toda esta perspetiva à nossa região, ai a situação agrava-se, se não vejamos:
- O maior empregador da nossa região é o estado
- Muita da nossa iniciativa privada está assente no setor da restauração, que sofrerá um pesado aumento de impostos (de 13% para 23%)
- Vias de circulação essenciais para a região passarão a ser taxadas como é o caso da A23 e IC3.
Não sei qual é a solução do País, não sou político nem primeiro-ministro, mas uma coisa sei, esta não é a solução. Já agora, faz algum sentido que uma empresa de capitais públicos que gera milhões de euros de lucro e que produz um bem que hoje em dia é a base de tudo continue a falar em aumentos de preços?! Falo da EDP! Isto faz sentido?!
E a baixa da TSU, medida que o governo tantas vezes disse, de peito feito, ser uma medida essencial para revitalizar a economia, onde está?!?!?!?!??!?!
Querem uma sugestão, se forem novos, emigrem, este país está entregue a académicos, incompetentes sem sentido de estado e a uma europa a rumar para o colapso.
Precisamos de políticos fortes e com sentido de justiça e acima de tudo europeus. A europa é fraca, não funciona como um todo, cada um olha para o seu umbigo. Criemos um estado federativo, estou-me nas tintas para os nacionalismos que só beneficiam meia dúzia de grandes famílias, crie-se uma europa federativa, forte, com um pensamento comum, caso contrário estamos condenados!
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