17 fevereiro 2010

Comunicado - Comentários ofensivos por parte dos nossos leitores

O Tertúlia do Pinhal tem recebido variadíssimas queixas de pessoas/instituições que têm sido alvo de alguns dos comentários publicados pelos nossos leitores.
Como é do vosso conhecimento todos os comentários, antes de serem publicados, são moderados pelos administradores do Tertúlia do Pinhal. Acreditem que há bastantes comentários que eliminamos e não autorizamos a sua publicação, contudo nem sempre conseguimos ser eficazes, a explicação é muito simples, muitos dos comentários publicados pelos nossos leitores são abstractos, ou seja, não abordam temas concretos, sendo de difícil percepção para quem não conhece realmente o que está a ser debatido. Muitos destes comentários podem parecer “inocentes”, contudo não o são, mas só quem conhece bem o tema do comentário o pode interpretar e perceber o verdadeiro significado da sua mensagem.
Esta é a nossa justificação para o facto de muitas vezes não conseguirmos ser eficazes como gostaríamos na moderação dos comentários publicados.
Convém salientar que mesmo sendo aprovados, os comentários nunca representam aquilo que os administradores deste blog pensam, só os aprovamos porque realmente acreditamos que os mesmos estão de acordo com as nossas regras de boa conduta. Convém que fique bem esclarecido que só nos revemos nos artigos que assinamos.
Assim pedimos aos nossos leitores mais ponderação nos comentários que fazem, principalmente nos temas livres. O objectivo deste Blog é debater de forma séria e construtiva os problemas da nossa região. Não nos interessa a coscuvilhice nem o falatório das vidas privadas de cada um.
Pedimos aos nossos leitores que caso vejam algum comentário que vá contra as nossas regras de boa conduta que nos comuniquem (tertuliadopinhal@gmail.com), para que possamos proceder à reavaliação desse comentário.
Debatam temas de carácter público, social, político, desportivo ou ambiental. Temas públicos e de preferência de forma construtiva. É para isso que existe este Blog, não para a coscuvilhice da vida alheia e para a crítica infundada e injustificada.
Não queremos tomar medidas mais radicais, como por exemplo o registo obrigatório de todos os utilizadores que querem comentar, por isso tentem auto-regularem-se.

De seguida transcrevemos o mail enviado por uma empresa da região que se sentiu ofendida com alguns dos comentários publicados. Este mail é um entre os imensos mails que temos recebido. O mesmo só é publicado porque nos foi dada autorização das pessoas responsáveis pela empresa lesada.

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Exmos. Srs.
Administradores do Blogue Tertúlia do Pinhal

Os nossos melhores cumprimentos.
Vimos junto de vossa excelências solicitar que retirem a a informação que colocamos no link (tema livre Pedrógão Grande) referente as actividades que se realizam durante o mês de Fevereiro, organizadas por esta empresa em: 05 Fevereiro, 2010 00:41
Pedimos desculpa pelo incomodo, mas dado os comentários com que hoje nos deparamos ao ler o blog, não nos resta outra opção, no nosso entendimento os participantes no blog não respeitam ninguém e fazem passar uma imagem péssima de Pedrógão, não merecem por isso ter acesso a nenhum tipo de informação que tenha como objectivo promover Pedrógão de uma forma honesta e credível, não estamos disponíveis para alimentar o ego de gente que se ocupa a tentar destruir o que outros tentam fazer dando o seu melhor.
Sabemos que também não foi responsabilidade vossa tais factos, pois nenhuma entidade ou pessoa tem orgulho em administrar um espaço de maledicência gratuita onde a cobardia é tal para se dizer mal só anonimamente.
Defendemos o debate de ideias e respeitamos opiniões, não nos achamos donos da razão, cometemos erros como qualquer entidade ou cidadão, fomos a primeira empresa a existir nesta região e até data única, o que é hoje criticado fomos nós que para cá trouxemos, mas existe espaço para muitos mais, mostrem coragem financeira e desenvolvam o interior do pais, criando empresas, postos de trabalho, tragam pessoas a visitarem-nos pois só assim é possível o desenvolvimento.
Caso seja necessário a publicação deste e-mail para justificarem a retirada dos comentários, esta empresa autoriza vossas excelências a publicarem-no.
Disponíveis para eventuais esclarecimentos.
Gratos pela atenção dispensada
O nosso bem-haja.

Trilhos do Zêzere Lda.
Pedrógão Pequeno, 13 de Fevereiro de 2010.

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04 fevereiro 2010

Pedrógão Grande - Petição on-line sobre ruido de fábrica na zona industrial da Graça

ASSINE A PETIÇÃO EM:

Dadas as inúmeras queixas que o Tertúlia do Pinhal tem recebido dos seus leitores sobre uma fábrica de produção de Pellets localizada na Zona industrial da Graça (Pedrógão Grande), o blog Tertúlia do Pinhal decidiu abrir esta petição com o objectivo de debater o tema.
As queixas dos habitantes que moram nas aldeias circundantes baseiam-se essencialmente no barulho que esta fábrica produz durante todo o seu dia de laboração. Esta fábrica trabalha 24 horas por dia, 365 dias por ano.
O objectivo desta petição não é o de exigir o fim da fábrica, antes pelo contrário, esta fábrica está inserida numa zona muito sensível a nível social e económico, sendo fundamental criar e proteger postos de trabalho.
O principal objectivo desta petição é o de recolher assinaturas suficientes para levar este tema a discussão na assembleia de câmara, para que sejam desta forma tomadas medidas que vão ao encontro de todos os interessados.
Contamos recolher 300 assinaturas válidas para tornar esta petição válida e dar assim seguimento da mesma para a Câmara Municipal de Pedrógão Grande.

Nota: Ao criar esta petição o Tertúlia do Pinhal não está a tomar qualquer partido em torno da discussão, está simplesmente a levar a debate um tema que tem sido comentado por muitos dos nossos leitores no blog Tertúlia do Pinhal.

ASSINE A PETIÇÃO EM:

02 fevereiro 2010

Pedrógão Grande é a capital dos carrosséis portugueses - Manifestação em Lisboa

ACTUALIZAÇÃO 03-01-2010

Luís Fernandes, presidente da Associação de Proprietários de Equipamentos de Diversão (APED), convocou para amanhã (Quinta-Feira), a partir das 08.30, uma concentração nacional no salão dos Bombeiros de Pedrógão Grande, na área de Leiria, para "dar informações sobre tudo o que se passou nestes últimos dias e explicar o que se deve fazer para agendar as inspecções, obter as certificações e poder trabalhar".
Esta manhã, "com meu camião e mais um ou dois, vamos percorrer Lisboa a pedir desculpa pelo incómodo e dizer que tínhamos razão", adiantou ao DN.
Leonel Antão, presidente da Assembleia Geral da APED, expli-cou ao DN que, com estas acções de protesto e conversações com as entidades envolvidas, "já há luz verde para podermos continuar a trabalhar. Marcamos a inspecção e, até ser realizada, ficamos com uma guia que nos permite ter os equipamentos de diversões a funcionar. E vai haver excepções para os equipamentos mais antigos que não cumprem as novas normas".
Com esta luz verde, foram desmarcadas as manifestações que os feirantes queriam efectuar entre hoje e dia 10 - que não foram autorizadas pelo Governo Civil de Lisboa.
Os empresários do sector consideram avultados os preços das inspecções, "mas isso é outra discussão que será feita mais tarde", referiu Leonel Antão.
Os donos dos carrosséis estão dispostos a entrar numa nova etapa negocial, exigindo ao Governo que baixe os preços das inspecções, previstas com a nova lei, "porque estão bastante inflacionadas" quando comparadas com Espanha (cem euros por ano) e França (360 euros para três anos).
O mínimo a pagar em Portugal rondará os 360 euros para um carrossel infantil, mas se a atracção for familiar ou radical, poderá superar os 720 euros, sem IVA, garantem os empresários.


NOTÍCIA INICIAL PUBLICADA A 02-02-2010:

Os dados são da APED (Associação Portuguesa de Empresas de Diversão) e contabilizam em Pedrógão Grande 90 empresários de diversão, estimando que pelo menos dez por cento da população dependa desta actividade, cujas origens remontam à década de 40, após a II Guerra Mundial.
Luís Carmo Fernandes, ex-presidente da APED, conta que a iniciativa partiu de um habitante do concelho, de nome José Henriques, habituado a palmilhar feiras e romarias pelo país fora, nas quais tirava fotografias "à lá minuta a preto e branco" aos passantes.
Numa dessas incursões, a filha do fotógrafo enamorou-se de um italiano que trabalhava no "poço da morte", a designação de um equipamento de diversão.
Foram as "economias" de José Henriques e o "conhecimento" do genro que deram início a "este trabalho" em Pedrógão Grande, precisamente com um carrossel, explica o ex-presidente da APED, acrescentando que, a partir daí, seguiram-se outras "inovações e atrações".
"A empresa foi crescendo e precisou de colaboradores da região e esses empregados, mais tarde, estabeleceram-se por conta própria", continua Luís Carmo Fernandes, esclarecendo que a actividade se disseminou pelo país, mas nunca com a representatividade que assume em Pedrógão Grande.
Foi, aliás, do concelho, que saiu a maioria dos equipamentos de diversão que povoaram o Parque Mayer primeiro e, depois, a Feira Popular, ambos em Lisboa, em tempos que o empresário classifica como o "auge" das diversões.
O antigo dirigente, residente em Pedrógão Grande e que possui duas pistas de carrinhos de choque, uma para crianças e outra para adultos, admite que a expansão da actividade no município do Interior possa ter justificação pela inexistência de alternativas de emprego.
"Há madeira, há uma albufeira e a partir daí não há mais nada", sintetiza, por seu turno, o atual presidente da APED, Luís Paulo Fernandes, para quem Pedrógão Grande assume também o estatuto de capital dos carrosséis, apenas com uma ressalva: "Se aqui é a capital, a Invicta é Pampilhosa da Serra".
Neste concelho do distrito de Coimbra, que faz fronteira com o de Pedrógão Grande, a associação refere a existência de cerca de 40 empresas de diversão, mas, à semelhança da "capital", já teve muitas mais.
"As pessoas foram procurar outras actividades, outros empregos, outro tipo de vida", justifica Luís Paulo Fernandes, salientando que as restantes empresas continuam, verão após verão, a divertir miúdos e graúdos em centenas de festas, feiras ou romarias de aldeias, vilas e cidades do país.

(com: Lusa)

26 janeiro 2010

Carnaval Figueiró dos Vinhos2010 - Chegam-nos Mail's

Transcrevemos de seguida o mail enviado pelo leitor Luis Lopes sobre o tema Carnaval de Figueiró dos Vinhos 2010.

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Passadas as emoções que o Natal e a entrada do Ano Novo sempre proporcionam, vamos, ainda que de soslaio, olhando para o calendário, tentando descobrir quais são os dias que, lá para o mês de Fevereiro, nos abrirão as portas da folia, possibilitando a todos os fiéis seguidores de D. Entrudo esquecer tristezas, enxaquecas e toda a espécie de pequenas maleitas.

Por esse mundo fora muitos são os sítios onde aqueles seguidores dão asas à sua magia, transfigurando-se em personagens que têm na excentricidade o denominador comum, vivendo-o cada localidade, segundo as suas tradições, ou, como infelizmente se vai vendo um pouco por todo o lado, segundo imitações dos modelos adoptados pelos nossos irmãos brasileiros.
Penso que o Carnaval deverá ser um tempo onde os que têm predisposição natural para o viver hão-de contagiar com alegria todos os circundantes, por forma a fazer despontar nos rostos mais macambúzios um pequeno sorriso; deverá ser um tempo em que, de forma irónica, se abordam as questões que se destacam no âmbito da nossa preocupação colectiva; deverá ser sempre um tempo de crítica social, a exemplo do que acontecia com a partilha do burro, em sentido figurado, feito em quinta feira de comadres, a altas horas da noite, por compadres anónimos que, fazendo-se ouvir através dum funil, legavam as partes menos desejadas do animal às pessoas menos gratas; será sempre um tempo de convívio. como o eram os bailes trapalhões da Casa do Povo em que um bairro convidava outro bairro ou os “assaltos” a residências em que os foliões esvaziavam as despensas das casas que lhes estavam em mira, deverá ser um tempo onde, segundo a sabedoria popular, nada parece mal, acautelando-se, no entanto, a percepção de que há limites que não podem ser ultrapassados e que não se pode querer ter piada ferindo ou pondo em causa a honorabilidade de terceiros.

No nosso concelho vem sendo tradição, há já alguns anos, que bairros, lugares, grupos e freguesias se mobilizem para participar no corso carnavalesco organizado e apoiado pela Câmara Municipal, na perspectiva de ser um cartaz turístico de dimensão regional, capaz de atrair um elevado número de visitantes, objectivo que nem sempre é alcançado.

É que se pensamos no Carnaval em termos turísticos, então temos de investir mais na qualidade dos carros e dos grupos, para não se correr o risco de aparecer um cortejo alegórico; temos de apostar mais na animação, para não se cometer o erro de se colarem duas fanfarras, de termos majoretes que só o são no nome, e figurantes desenquadrados; temos de alargar o programa por forma a haver espaço para a recepção ao Rei Momo; temos de conferir dignidade ao desfile dos alunos das escolas dando-lhe animação e a presença de suas altezas reais, temos de privilegiar os momentos de convívio e partilha e temos de agilizar e tornar perceptível a lista dos bens que aquele soberano decidiu legar a alguns dos seus súbditos. A uma melhoria do acontecimento há-de corresponder, naturalmente, um acréscimo de espectadores, que corresponderá, necessariamente, a um aumento da actividade comercial pelo que o dinheiro gasto não foi um custo, mas antes um investimento com pleno retorno

Se formos cidadãos activos, criativos, participativos, tolerantes e trouxermos a alegria para a rua, temperada com algum investimento, regada com uma boa organização e misturada com um pouco de ironia, teremos, garantidamente, um Carnaval entusiasta, onde todos vão querer estar e onde todos se vão sentir bem.

Caso contrário teremos, apenas e só, mais um corso.

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Envie também os seu artigos para: tertuliadopinhal@gmail.com

23 janeiro 2010

Região do pinhal com 7 nomeados para as 7 Maravilhas Naturais de Portugal

Dada a enorme riqueza natural e paisagística que a nossa região possui não admira terem sido seleccionadas 7 maravilhas naturais candidatas a fazer parte do leque das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Esta selecção faz parte da primeira fase, de três, que consiste na nomeação das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.


Nomeações:
Figueiró dos Vinhos, duas nomeações
Praia das Fragas de S. Simão

Praia Ana de Aviz


Pedrógão Grande, três nomeações
Vale do Zêzere em Pedrógão Grande

Penedo do Granada
Ribeira de Pêra


Proença-a-Nova, uma nomeação
Portas do vale do Almourão


Vila de Rei, uma nomeação
Serra da Melriça – Centro Geodésico de Portugal

Fases de nomeação:
Fase 1: Levantamento exaustivo dos locais naturais a considerar para o processo de votação. Terminou a 7 de Dezembro
Fase 2: Um painel de 77 especialistas analisa as nomeações e elege 77 candidatos. Termina a 7 de Fevereiro.
Fase 3: Um painel de 21 notáveis nomeia 21 finalistas que irão a votação pública entre o dia 7 de Março e 7 de Setembro de 2010.
No dia 7 de Setembro serão publicados os resultados das votações e elegidas as 7 Maravilhas Naturais de Portugal.


Esta eleição advém do sucesso obtido em anteriores edições pelo comité português das 7 Wonders, como a nomeação das Novas 7 Maravilhas do Mundo (2007), das 7 Maravilhas de Portugal (2007) e das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo (2009).