29 maio 2008

Pedrógão Grande - Recrutamento para únidade fabril

Boas Noticias para a nossa região.
Para eventuais interessado divulgamos de seguida as ofertas de emprego para uma empresa que vai criar cerca de 40 postos de trabalho directos e alguns mais de forma indirecta, no concelho de Pedrógão Grande.
Esta fábrica irá essencialmente utilizar os desperdícios das serrações, carpintarias, e todo o tipo de resíduos florestais sólidos, contribuindo assim para a redução do risco de incêndio na nossa região. Este facto levará também as organizações locais a criar condições para procederem à limpeza dos matos e florestas criando assim postos de trabalho e riqueza para a região.
Será a maior fábrica do país na sua área de foco.

Anúncio de recrutamento

Empresa da área das bioenergias pretende contratar trabalhadores para as suas instalações no Concelho de Pedrogão Grande.
Para esse efeito pretende receber candidaturas aos lugares de:

Engenheiro Mecânico/Electromecânico
Supervisores de Turno
Operadores de Turno
Portaria
Apoio Administrativo
Logística comercial/compras

As candidaturas, que devem ter em conta os perfís abaixo apresentados, devem ser enviadas para pedrojsrd@netcabo.pt ao cuidado do Engº Pedro Duarte.


Engenheiro Mecânico/Electromecânico

- Engenharia Mecânica/Electromecânica
- Experiência mínima em ambiente fabril de 3 anos (preferencial)
- Conhecimentos de electrónica/automação (preferencial)
- Conhecimento das Normas ISO9001 e 14001
- Conhecimentos das áreas de Segurança, Ambiente e Higiene Industrial
- Conhecimento de equipamentos mecânicos e interpretação de desenhos técnicos
- Assegurar o bom funcionamento/manutenção do equipamento eléctrico/mecânico
- Capacidade para organizar, coordenar e chefiar equipas de manutenção e produção
- Autonomia, dinamismo, espírito de iniciativa e responsabilidade
- Bom relacionamento interpessoal
- Conhecimentos de Informática ao nível do utilizador
- Disponibilidade Imediata

Supervisores de Turno

- Curso Técnico ou licenciatura nas áreas de Electromecânica/Mecânica, Electrónica/automação e Instrumentação
-
Disponibilidade para trabalhar por turnos rotativos
- Capacidade de organização e coordenação
- Autonomia, dinamismo, espírito de iniciativa e responsabilidade
- Bom relacionamento interpessoal
- Residência na zona
- Disponibilidade imediata

Operadores de Turno

- Curso Técnico ou licenciatura nas áreas de Electromecânica/Mecânica, Electrónica/automação e Instrumentação
- Disponibilidade para trabalhar por turnos
- Autonomia, dinamismo, espírito de iniciativa e responsabilidade
- Bom relacionamento interpessoal
- Residência na zona
- Disponibilidade imediata

Portaria

- 11º Ano de Escolaridade (Mínimo)
- Disponibilidade para trabalhar por turnos (apenas diários)
- Conhecimentos de Informática ao nível do utilizador
- Recepção/Expedição de matéria-prima e produto acabado
- Bom relacionamento interpessoal
- Residência na zona
- Disponibilidade imediata

Apoio Administrativo

- Excelentes conhecimentos de informática na óptica do utilizador
- Formação superior na área do Secretariado
- Conhecimentos de Inglês falado e escrito
- Garantir a eficaz gestão e organização de agenda
- Elaborar apresentações em suporte PowerPoint e outros documentos
- Traduzir documentos, entre outras tarefas de carácter administrativo e de secretariado
- Realizar o acompanhamento telefónico, gestão da correspondência e coordenação administrativa
- Analisar documentação recebida e posterior encaminhamento
- Controlo Documental de facturas e de dados do pessoal
- Conhecimento das Normas ISO9001 e 14001
- Desempenhar funções de apoio geral e área comercial
- Bom relacionamento interpessoal
- Residência na zona
- Disponibilidade imediata

Logística Comercial/compras

- Formação/Experiência na área Técnico Comercial
- Conhecimentos de Inglês falado e escrito
- Boa capacidade de negociação
- Boa capacidade de comunicação e argumentação
- Forte espírito comercial;
- Manutenção de relações comerciais através da gestão e desenvolvimento de carteira de fornecedores/clientes;
- Fidelização de fornecedores/clientes e celebração de acordos comerciais visando os objectivos previamente definidos
- Capacidade de trabalho em equipa
- Orientação para objectivos e resultados
- Bom relacionamento interpessoal
- Residência na zona
- Disponibilidade imediata


27 maio 2008

Ansião - Agressões nos estúdios da Rádio Vida Nova FM

Fazer rádio parece ser cada vez mais uma profissão de alto risco.

Ontem, cerca das 14H00, dois indivíduos jovens, irmãos, dirigiram-se às instalações da Rádio Vida Nova, arrombaram barbaramente, a pontapé, duas portas de acesso ao exterior, penetraram nas instalações, e espancaram a primeira pessoa que encontraram, funcionário do Jornal Luz – Boletim Interparoquial, que estava na primeira sala. No estúdio trabalhava a animadora de rádio que, ao ouvir barulhos, abriu a porta, para ver o que se passava. Apercebeu-se da presença de dois estranhos, sendo que o agressor a pontapeou selvaticamente, tendo esta tentado fechar a porta e o agressor continuou a pontapear a porta, tendo-a protegido o irmão mais novo, pois o verdadeiro agressor é o mais velho. De notar que se encontra em situação de gravidez, o que a todos os títulos, tal agressão se reveste de características dos mais baixos instintos. Foram danificados ainda materiais radiofónicos e discográficos. Ao saírem das instalações, os agressores deparam-se com outra funcionária, que regressava ao trabalho, percebeu o que se passava, tendo visto o agressor com uma navalha, na mão, e tendo percebido mesmo uma discussão entre os dois, dentro duma viatura, antes mesmo de arrombarem e agredirem nas instalações da Rádio. A funcionária tentou refugiar-se na pastelaria vizinha, tendo pedido protecção, tendo sido agredida no pescoço.

Colocaram-se em fuga, numa viatura branca, foram chamados os bombeiros, para socorrer a primeira vítima, barbaramente espancada, sobretudo na cabeça, tendo-lhe sido prestados no local, pelo pessoal da ambulância, e foi conduzido ao Hospital da Pombal, que o reenviou para Leiria, em ordem a um exame mais detalhado. Chegou também uma força da GNR, que começou por recolher elementos de investigação e falou com os intervenientes sinistrados. Quando se encontrava já no local, o director da Rádio, viu os estragos, ouviu as pessoas, falou com as autoridades.

Entretanto, chegou de novo a viatura com os atacantes, que foi estacionada numa zona proibida, na margem da estrada, em frente à pastelaria, e os elementos da GNR de imediato cercam os atacantes, tendo-lhe apreendido a navalha, identificando e recolhendo dados. Quando um dos guardas, se deslocou ao lado para recolher outros dados, o mais velho, agressor, começou a atacar o outro guarda, tendo sido de imobilizado, algemado e conduzido depois ao posto d GNR, em Ansião, onde foi ouvido, e enviado ao Tribunal, para ser presente à Procuradora do Ministério Público.

Entretanto, a Direcção da Rádio, bem como uma das funcionárias agredidas, dado que o outro funcionário se encontrava hospitalizado, apresentaram-se no Posto da GNR, para apresentar queixa. Ao fim da tarde, após interrogatório no Tribunal, o agressor foi mandado embora, com a medida de coacção de termo de identidade e residência.

Contactado o Hospital de Leiria, deu a informação que o funcionário do jornal teve alta cerca das 22H30.

Naturalmente que se levantam de imediato interrogações sobre os motivos que levaram a esta agressão violenta e inqualificável. Sem entrar no que serão as declarações do agressor às autoridades, naturalmente em segredo de justiça, não se encontra a mínima razão objectiva. O agressor não participava em diálogo com nenhum dos trabalhadores da comunicação social, porque há registo de todos os participantes, e ele nunca participou. Também não há a mais leve suspeita sobre a própria rádio em si. Nem contra a direcção da Rádio. Inclusive, o director foi pároco de Santiago da Guarda, e recorda perfeitamente como, em tempos, se preocupou com esta família, tendo conseguido que o grupo sócio-caritativo fizesse com que fosse construído um tanque na habitação anterior da família, hoje desestruturada, de modo particular pela preocupação da saúde e higiene das crianças, entre as quais se encontravam na altura estes dois jovens.

(por: VidaNova FM)

26 maio 2008

Autarcas defendem ligação do Ic8 a Espanha

Os autarcas do Norte do distrito de Leiria reclamaram uma nova ligação do IC8 a Espanha, com uma via directa entre o litoral e os eixos rodoviários espanhóis que servem Madrid.
Esta exigência surge numa altura em que se espera que o Governo anuncie a concessão Pinhal Interior, que inclui a conclusão do IC8 e do IC3. Os autarcas da região já pediram que o Executivo estude também uma nova via entre Pedrógão Grande e a A23, com ligação ao IC31, que serve a fronteira espanhola em Monfortinho.
“Esta solução iria criar um traçado directo entre o litoral português e Madrid”, permitindo também que “concelhos como a Pampilhosa da Serra e Oleiros fiquem desencravados no que respeita às acessibilidades”, explicou o presidente da Câmara de Pedrógão Grande, João Marques.
Esta nova via, que a tutela “prometeu estudar”, faria uma ligação à A23 entre Castelo Branco e o Fundão, meia centena de quilómetros a norte da actual ligação do IC8.
Os autarcas esperam que o Governo anuncie ainda este mês a abertura do concurso para a construção do IC3 entre Tomar e Condeixa-a-Nova e dos troços que faltam do IC8 (Pombal/Ansião e Proença-a-Nova/A23).

250 quilómetros

O conjunto de obras, que envolvem mais de 250 quilómetros, entre novos troços e a requalificação das vias actuais, terá a denominação de concessão Pinhal Interior. Para Paulo Morgado, presidente da Câmara de Alvaiázere (PSD), esta concessão vem “resolver os problemas de toda uma região” que, embora esteja perto do litoral, sofre “o peso da interioridade” por falta de acessos aos grandes eixos viários do país.
No caso de Alvaiázere - o concelho que terá o troço maior do IC3 - existe a promessa de construção de três nós de acesso, uma questão que já foi motivou um abaixo-assinado entregue ao Governo.
“A ligação do concelho ao IC3 é importante porque, sem isso, a nova estrada acaba por não servir a região”, justificou o autarca.
Por seu turno, o presidente da Câmara de Ansião, Fernando Marques (PSD), recordou a importância do IC8 para a ligação do litoral ao interior, no Centro do país. “É uma via que faz muita falta”, até porque a região é “atravessada por muitos pesados de mercadorias” com direcção a Castelo Branco e à A23, explicou o autarca.
“Espero que o novo IC8 tenha uma via em condições e duas faixas de rodagem”, com “perfil em condições que sirva as necessidades existentes do trânsito”, acrescentou Fernando Marques.

(Por: Diário de Leiria)

17 maio 2008

Co-incineração ILEGAL em Ansião sem ninguém saber

À margem dos protestos em volta das cimenteiras de Souselas e do Outão, a multinacional Maxit vem fazendo co-incineração de resíduos industriais perigosos (RIP) na sua unidade do concelho de Ansião, na freguesia de Avelar, sem qualquer visibilidade pública. E com outra diferença, em relação às cimenteiras da Cimpor e da Secil não possui licença ambiental para o efeito.

Da Maxit - Argilas Expandidas SA, Bernardo Mendonça diz que esta "sempre utilizou óleos usados" como combustível, ao abrigo da licença industrial emitida pelo Ministério da Economia, mas reconhece que ainda não ultrapassou os formalismos da legislação ambiental. A culpa é da lentidão do Ministério do Ambiente, atira o porta-voz da fábrica de aglomerados de argila, que esteve 16 anos fechada, antes de reiniciar actividade, em 1989.
Segundo o processo em curso na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a legalização da queima de óleos usados depende da adaptação da Maxit a dois diplomas o Decreto-Lei 194/2000, que regula a prevenção e o controlo da poluição e implica a emissão da licença ambiental; e o Decreto-Lei 85/2005, que estabelece as regras da incineração e co-incineração. A tutela dispensa a empresa de estudo de impacte ambiental.
Por que motivos, então, a Maxit ainda não se adaptou a dois diplomas que estão em vigor há vários anos? "Foi a primeira empresa do país a apresentar [a 15/12/2005] o projecto de adaptação ao decreto-lei 85/2005", começa por responder Bernardo Mendonça, isentando-se de culpas. "A todas as cartas da APA, não demorei mais de 15 dias a responder". De resto, garante que a fábrica tem filtros de mangas nas chaminés e monitoriza, em contínuo, as emissões de gases. "Já cumpre tudo o que é solicitado no 85/2005", afiança.
Sobre o decreto-lei 194/2000, Bernardo Mendonça diz que a Maxit ficou "muito surpreendida", quando foi avisada pela tutela, "só" em Abril de 2007, de que estava abrangida pelo diploma e carecia de licença ambiental. "Temos documentos do Ministério que nos colocavam fora da licença", garante o engenheiro daquela que é uma das principais fabricantes nacionais de leca (pequenas bolas de argila bastante utilizadas na construção civil para enchimentos).
Tutela queixa-se da Maxit
As datas enunciadas por Bernardo Mendonça e pelo Ministério batem certo, mas a APA parece fazer uma leitura diferente delas. Já a 25 de Janeiro deste ano, através do assessor Joaquim Calé, queixava-se dos atrasos da Maxit "A empresa não entregou até ao momento todos os elementos necessários para a conclusão do processo, tendo em 2008/01/10 a APA efectuado mais um ofício à empresa na tentativa de concluir os dois processos", lê-se na nota enviada ao JN em Janeiro. Na última sexta-feira, outro assessor do Ministério, Carlos Oliveira, afirmava que o processo não tivera desenvolvimentos: "Está na mesma".
Confrontado com esta resposta, o engenheiro da Maxit garantiu que acabara de enviar as análises das emissões de dioxinas e furanos pedidas pela APA, assegurando ainda que os resultados são plenamente satisfatórios. "Quanto mais óleo usado uso, menos emissões tenho", declarou.

(Por: Jornal de Noticias)

16 maio 2008

Chegam-nos Mail's

Transcrevemos de seguida o mail enviado pela Casa de Cultura e Recreio de Vila Facaia (Pedrógão Grande).

Envie também os seus mail's para: tertuliadopinhal@gmail.com
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Bom dia,escrevo-lhes em representação da Casa de Cultura e Recreio de Vila Facaia, uma associação sem fins lucrativos localizada no Concelho de Pedrógão Grande, Distrito de Leiria.
Enviamos-lhes em anexo o cartaz e o programa da Festa Cultural de Santa Catarina, um grande evento cultural que nos próximos dias 31 de Maio e 1 de Junho de 2008 esta colectividade vai organizar.
Este evento pretende oferecer a todos os seus visitantes um cartaz diversificado, heterogéneo, rico, e que se tenta distinguir pela sua diferença.
Desde as tradicionais Tunas Académicas, ao Rancho Folclórico, às animadas danças de salão, ou até aos sempre presentes músicos populares, há de tudo, tentando-se proporcionar uma simbiose quase que perfeita entre as várias vertentes que este evento pretende atingir.


PROGRAMA

Festa Cultural de Santa Catarina 2008
VILA FACAIA – PEDRÓGÃO GRANDE
31 DE MAIO E 1 DE JUNHO
Mais informações em:
www.ccr-vilafacaiaa.com

Sábado, 31 de Maio
14h00m – Abertura do arraial da festa
15h00m – Abertura das TASQUINHAS (com PETISCOS e BOM VINHO da região) e da QUERMESSE
20h00mFESTIVAL
DE TUNAS
ARREBITÁTUNA (Tuna Feminina da Escola Superior de Educação Castelo Branco)
EACB (Estudantina Académica de Castelo Branco – Castelo Branco)
TFMUC (Tuna Feminina de Medicina da Universidade de Coimbra – Coimbra)
TMUC (Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra – Coimbra)
23h00m – GRUPO MUSICAL K3Ó4 (9 elementos em palco com grande espectáculo de som e luz)
02h30m – DJ HENRY G até altas horas da madrugada

Domingo, 1 de Junho
10h30m – Abertura das TASQUINHAS (com PETISCOS e BOM VINHO da região) e da QUERMESSE
14h20m – MISSA e PROCISSÃO (acompanhada pela BANDA FILARMÓNICA DE FIGUEIRÓ DOS VINHOS)
15h50m – Actuação do RANCHO FOLCLÓRICO DA CCR VILA FACAIA
16h50m – Actuação dos ACORDEONISTAS SÓNIA E MICHEL NEVES
17h50m – Grande espectáculo de magia com o famoso ILUSIONISTA DAVID MARTIN
18h50m – ESCOLAS DE DANÇA DE SALÃO
Grupo Bandolinista 22 de Maio (BelasSintra)
Alunos dos Bombeiros Voluntários de Caneças
20h30m – Grande espectáculo musical com o cantor BENNY PASCOAL acompanhado por NUNO ROMERO
22h20m – Actuação do FAMOSO artista da Rádio e Tv, LEONEL NUNES, O HOMEM DO GARRAFÃO

ORGANIZAÇÃO: CASA DE CULTURA E RECREIO DE VILA FACAIA

WWW.CCR-VILAFACAIA.COM

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Envie também os seus mail's para: tertuliadopinhal@gmail.com

14 maio 2008

13 maio 2008

Alvaiázere reivindica IC3 mais próximo do concelho

O presidente da Câmara de Alvaiázere reclamou hoje uma reunião com o secretário de Estado das Obras Públicas, depois de muitos munícipes terem contestado a proposta de traçado para o IC3 que fica mais afastada da sede de concelho.
O troço do IC3 entre Coimbra e Tomar está em discussão pública e um dos dois traçados em discussão, que causa menos danos ambientais, prevê a construção da via mais afastada das zonas povoadas e não contempla qualquer ligação directa à sede de concelho.
Esta questão motivou um abaixo-assinado, que contou com uma “mobilização fantástica em 15 dias" pelo que "agora aguardamos uma reunião com o secretário de Estado”, afirmou à Agência Lusa Paulo Morgado, que entregou segunda-feira o documento ao Governo Civil de Leiria.
No total, foram recolhidas 4.785 assinaturas, a esmagadora maioria de moradores do concelho, que tem cerca de oito mil habitantes, revelou o autarca social-democrata, que espera agora uma “resposta justa” do Governo que atenda às reivindicações da população.
No abaixo-assinado, os munícipes reclamam que seja escolhido o traçado mais próximo da sede de concelho, o qual, no entanto, apresenta mais constrangimentos ambientais.
Caso a tutela não atenda esta pretensão, Paulo Morgado admite que a população possa aceitar outro traçado, mais afastado das zonas povoadas, desde que existam dois nós adicionais de ligação, um no centro do concelho – que irá servir também as zonas industriais – e outro mais a norte.
A obra será sujeita a concurso no início de 2009, com Paulo Morgado a esperar que as reivindicações dos munícipes sejam atendidas, tendo em conta que a maior parte do troço sul do IC3 Tomar/Coimbra será construída no concelho de Alvaiázere.
“Somos atravessados pelo IC3 e merecemos alguma atenção”, disse o autarca.
No abaixo-assinado, os subscritores lamentam o “esquecimento e consequente desinvestimento", que "tem levado ao isolamento e à desertificação” do concelho, pelo que o IC3 é visto como “uma via estruturante e fundamental para alavancar o desenvolvimento económico e social dignificador do concelho e da região”.
Em resposta a este abaixo-assinado, o governador civil de Leiria, Paiva de Carvalho, prometeu “fazer chegar as pretensões da população e dos autarcas ao Governo”, procurando realizar “uma reunião de trabalho no Ministério das Obras Públicas para apresentar o ponto de vista da população local”.

(Por: Região de Leiria)