11 setembro 2008

Cimenteira em Figueiró dos Vinhos - Artigo extra

Devido à alta taxa de participação que o tópico “Cimenteira em Figueiró dos Vinhos” obteve e sendo este um tema bastante sensível, não só para os residentes do concelho de Figueiró dos Vinhos, como para toda a região circundante, decidiu o Tetúlia do Pinhal dar particular destaque a esta discussão.

Achou-se também pertinente criar uma petição on-line, que será enviada à Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos caso se atinjam as 3.000 assinaturas.

Pode assinar a petição em: http://www.thepetitionsite.com/1/cimenteira-em-figueir-dos-vinhos-aguda


Texto da petição:

Está actualmente em estudo a construção de um cimenteira (dedicada à produção de clinquer) na freguesia de Aguda, concelho de Figueiró dos Vinhos, distrito de Leiria, Portugal.

Esta cimenteira será inserida numa das malhas mais verdes do nosso país, a região do pinhal interior. A área é composta por um conjunto de praias fluviais, faunas e floras ricas e diversificadas, únicas no país. Há actualmente toda uma componete túristica, amplamente estruturada, que tenta aproveitar da melhor forma possível todos os recursos naturais existentes.

A zona do pinhal é actualmente considerado um dos pulmões da europa, pelo que não o podemos deixar degradar-se.

A construção de uma infra-estrutura deste tipo vem em desencontro com tudo o que até agora se tem feito nesta região.


Fique a saber mais sobre a região em:

http://www.cm-figueirodosvinhos.pt/

http://www.distritosdeportugal.com/leiria/aguda/index.htm


Fique a conhecer um pouco mais sobre a produção de clínquer em:

http://doe.juntaex.es/pdfs/doe/2003/600O/03061234.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%ADnquer

http://www.sines.pt/PT/Viver/Ambiente/especiais/Descarga%20de%20Cl%c3%adnquer%20no%20Porto%20de%20Sines%20(2006)/Paginas/default.aspx


O projecto está a ser promovido pela portuguesa Esvap e a espanhola Aricam, que se juntaram para instalar uma cimenteira que pode gerar entre 250 e 300 postos de trabalho.

O investimento, no valor inicial de 166 milhões de euros, já recebeu a classificação PIN – Projecto de Interesse Nacional por parte da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio de Portugal.

A Cimentaurus já adquiriu duas pedreiras na zona e, caso o processo avance dentro do planeado, espera iniciar a actividade em 2012. Uma parte substancial da produção será exportada para a raia espanhola.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, Álvaro Gonçalves, considera que as novas tecnologias são suficientes para proteger o ambiente. “Faremos o que estiver ao nosso alcance para que o projecto se concretize e se for necessário faremos expropriações”, adiantou. O autarca frisa que este é um investimento sem precedentes. Perdê-lo seria perder a possibilidade de contrariar o êxodo populacional e a falta de emprego nos concelhos do interior norte do distrito.

Agora que já tem todos os dados em cima da mesa já pode fazer uma conclusão fundamentada, e, caso ache que a construção de uma únidade deste tipo em Figueiró dos Vinhos é prejudicial para a sua população e região, não hesite em assinar esta petição.


ACTUALIZAÇÃO: 14/11/2008


Os Verdes pedem esclarecimento a Ministro da Ambiente


Heloísa Apolónia, deputada de Os Verdes, pediu esclarecimentos, na terça-feira, ao ministro do Ambiente e ao ministro da Economia, sobre a construção de uma cimenteira em Figueiró dos Vinhos. No documento, a parlamentar mostra-se preocupada com os impactes da infra-estrutura “numa das malhas mais verdes” do País. A deputada pretende saber se foi atribuída à cimenteira o estatuto de Projecto de Potencial Interesse Nacional e, em caso afirmativo, quais os fundamentos que estiveram nessa classificação.
Se foi feita alguma análise comparativa em relação às potencialidades de desenvolvimento regional, e quais os impactos do empreendimento, a nível ambiental e na qualidade de vida das populações.

(Fonte: Jornal de Leiria)


ACTUALIZAÇÃO: 21/11/2008


Cimenteira excluida de PIN

A cimenteira de Figueiró dos Vinhos já não se encontra na lista online dos Projectos de Interesse Nacional-PIN. Fontes ligadas ao empreendimento confidenciaram ao JORNAL DE LEIRIA que o projecto pode ter sido suspenso.
Em Abril, o projecto, avaliado em 166 milhões de euros, ainda figurava na lista online da Aicep-Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, como um dos PIN em acompanhamento.
Questionada sobre a razão da retirada da infra-estrutura do documento, a agência preferiu não se pronunciar.
A falta de enquadramento legal para a auto-suficiência energética da cimenteira, uma das mais-valias deste projecto, é uma das razões que poderá ter levado a esta situação, avança uma fonte. “Um dos pressupostos deste projecto era ser energeticamente sustentável, o que implicava a produção de energia eólica para abastecer a fábrica”. “Não deve haver esse cumprimento, porque não há legislação sobre o auto-consumo das entidades.” Outra fonte justificou a saída da cimenteira da lista de PIN com problemas entre sócios e a incapacidade das pedreiras para abastecer a unidade de transformação. “Os fornecedores de materiais para as pedreiras estão com dificuldade em receber as facturas”, adianta.
O vereador Álvaro Gonçalves sabe “há mais de dois meses” que a cimenteira não figura na lista dos PIN. Sublinha que “os únicos pressupostos indispensáveis aos estatutos PIN são a credibilidade dos promotores e características do próprio projecto”.
Refere também que os promotores fizeram alterações na composição da sociedade e sempre que há alguma alteração desse género o projecto é suspenso. “Mas continuamos a pugnar para que a cimenteira seja uma realidade”. Até ao final do ano, o autarca prevê que a questão esteja ultrapassada.

(Fonte: Jornal de Leiria)

75 comentários:

Anónimo disse...

Só nos faltava uma incineradora em plena zona do pinhal, um pulmão verde mas... só por enquanto !Esperemos que os primeiros residuos a serem colocados para aquecer os fornos sejam os aautarcas que apadrinharam tal ideia.

Anónimo disse...

O Link para o Estudo de Impacte Ambiental Espanhol não está correcto, falta no final .pdf

http://doe.juntaex.es/pdfs/doe/2003/600O/03061234.pdf

Maria Paula Duarte disse...

A mais valia de residir numa zona com grande qualidade de vida ambiental irá perder-se com este projecto.É necessario criar meios de fixação e emprego nesta zona apostando em projectos de qualidade e não de destruição.

Anónimo disse...

AQUI EM PEDRÓGÃO TAMBÉM NOS FAZIAM UM GRANDE FAVOR SE LEVASSEM O AUTARCA PARA AQUECER OS FORNOS!!!!!!

Anónimo disse...

deviam era de abrir um vuraco deitando la para dentro todos os autarcas da regiao e acimentalos

Anónimo disse...

300 postos de trabalho????? Deve ser anedota. Mentira de politico... sempre a enganar o pobre do Zé povinho. Uma fábrica deste género... nem metade. Não se deixem enganar, os bons lugares irão para os espanhóis e para Figueiró só restarão umas migalhitas. Só nos vai restar chorar de tristeza por vermos destruir o mais belo património natural do Concelho.
O Rei Afonso Henriques deve andar aos saltos no túmulo. Tanto trabalho para expulsar os Espanhois e aí estão eles de volta para destruir a nossa terra.

Tozé da Cumieira disse...

Estes espanhóis que vão abrir ou alargar buracos na terra deles...têm bem mais, bastante mais calcário que nós!!!

Em Espanha não a fazem, vêem para PT e pimba PIN!!! (lembram-se da estória da piscicultura chumbada na Rede Natura Galega e aprovada na Rede Natura Portuguesa??... este é igual sem tirar nem pôr...

PIN??? P... que pariu essa figura!!! Interesse só nos bolsos dos promotores...

300 quê? E Figueiroenses? Quantos vão empregar? 300? Duvido... e muito, mas muito mesmo...Ou o contrato vai prever isso? Tudo gente do concelho!!!

E o pó? E os pozes? E afins merdas poluentes? E claro prevê-se no futuro também coinceneração claro... (apesar da LECA também a fazer ilegalmente mas essa é outra estória obscura..)

Olhem para as localidades em PT onde estão instaladas indústrias deste tipo!!! Bela qualidade de vida hã???

Estes autarcas são uns tótós!!! Prometem-lhes mundos e fundos e eles pimba...

Impensável!!! Expropriações??? Mas isto é alguma auto-estrada ou algo que o povo vá usufruir.. ai do pó e pozes certamente que vão... isso é certinho direitinho!!!

Vinho c/ pozes (sulfitos e afins) já há na zona!!!

CIMENTO NÃO OBRIGADO!!! (cimentem é estes autarcazecos ao chão!!!)

Anónimo disse...

Ganda Toze vamos pimba neles...

Anónimo disse...

Depois queixem-se que osespanhois estão melhores do que nós...

Deixem-se de cenas tristes. Informe-se correctamente das tecnologias utilizadas em vez de atirar poeira ao ar e mistificar tudo e mais qualquer coisa.

Viva as pedreiras, viva os postos de trabalho directos e indirectos, viva a viabilidade ambiental!

Quem é contra ou é fundamentalista ou tem uma conta bancária bem recheada!

Anónimo disse...

E Viva a cencura Tb!

Anónimo disse...

O ToZe tem razao o vinho aqui de Figueiró é uma mistela do pior, nem sei como é possivel que uma terra com tão pessimos vinhos tenha a palavra Vinhos na toponimia

Tozé da Cumieira disse...

Ao Anónimo de 19 Setembro, 2008 18:00...

Cheira-me que deves estar ligado ao projecto!!! Ou parte interessada?? Ou vais vender 1 terrenozito aos espanhois?? Ou és sócio?? Ou és mesmo cego?? .. ou parvo??

Tecnologias??? Pois sim... Maceira, Outão e Souselas tb têm muita tecnologia... mas o pó...esse é OMNIPRESENTE!!!

Pedreiras!!! Devias ter uma perto de casa!! TÓTÒ!!!

OLima disse...

Já assinei e divulguei a petição em 21 de Setembro no Ondas3. Octávio Lima

Anónimo disse...

«Deixem-se de cenas tristes. Informe-se correctamente das tecnologias utilizadas em vez de atirar poeira ao ar e mistificar tudo e mais qualquer coisa.» ????

Informar correctamente? ó meu amigo, vives em que mundo? Sou profissional na área ambiental e sei melhor do que tu o que esta m.... pode significar, imbecil!!

«Viva as pedreiras, viva os postos de trabalho directos e indirectos, viva a viabilidade ambiental!»????

Viva as pedreiras? Nem todas são necessárias, não é necessário criar pedreiras para criar postos de trabalho, há projectos que criam emprego sem destruir o nosso património. Viabilidade ambiental? Andas com umas pisadas muito giras!

«Quem é contra ou é fundamentalista ou tem uma conta bancária bem recheada!»????

Realista sim, agora fundamentalista? Fundamentalista são gajos como tu que querem a qualquer custo projectos depradadores como este! Conta bancária bem recheada? Por acaso não, mas pela conversa tu deves andar com vontade de arranjar um tacho na pedreira...

Ps: Mistifica isto!

Anónimo disse...

Este políticos de gabinete e empresários sem escrúpulos deviam tirar umas férias com a família, junto a uma pedreira ou cimenteira. Podia ser que o pó lhes fizesse bem à mioleira.

Anónimo disse...

Na entrevista ao Jornal de Leiria o Presidente da Câmara de Figueiró refere que a Empresa "Águas do Mondego" vai construir a Barragem da Saonda. Esta barragem, vai ser construída por baixo da nova cimenteira da Aguda, é para abastecer de água a rede pública do Concelho de Ansião.
Será que a Câmara de Figueiró pretende envenenar a população de Ansião????
Grandes incompetentes estes autarcas de Figueiró...

Anónimo disse...

epnmuCumps a todos.
1º-As razões são díspares e como ninguém tem a razão na sua totalidade há que procurar consensos e como no meio é aue está a virtude, existe certamente um meio termo para tudo.
2º.-Parece-me existir demasiado radicalismo quer no conteúdo do que se tem escrito em vários posts, quer nos comentários adjacentes.
3º.-Assim:
a) O que é que se pretende construir? Uma cimenteira ou uma unidade de produção de preparado para cimento que será depois exportado para Espanha?
b) Quais são os impactos ambientais e outros, dessa localização?
Certamente bem menores e minorizáveis do que os de uma cimenteira própriamente dita.
c) Será que a Câmara Municipal não tem acautelados todos os possíveis impactos negativos?
É essa a fiscalização que devemos fazer: lá, na CM, consultando projectos e estudos e divulgando aqui a verdade, não as soposições e não enveredar pelo radicalismo do bota a baixo coma é o caso da recolha de assinaturas.
4º.- Toda a criação de postos de trabalho, instalados com as devidas condições e dentro dos parâmetros correctos e aceitáveis, é bem vinda.
Nós estamos numa região pobre e não podemos viver de ilusões. Não podemos nem queremos ser a "reserva" que os Srs da cidade visitam uma vez ou duas por ano. E muitos desses Srs "fugiram" p'rá cidade porque aqui não tinham condições. Preesisamos de desenvolvimento, sustentado bem entendido.
4º. Compreendemos o ponto de vista quer dos postantes quer de muitos comentários, não obstante o seu radicalismo. O que nos parece, com algum teor de realidade é que, muita gente fala, mas de barriga cheia. Foram à cidade tirar o seu curso, têm um bom emprego, de preferência público e muitos fora de cá, na cidade que dizem abominar. Todos querem proteger e manter o "estado vegetativo" destas gentes, porque isto aqui é bom e tem de se manter. Então porque não vêm p'ra cá? Porque não se instalam aqui, criando a riqueza emergente das suas capacidades, da sua inteligência?
Talvez esteja já a descambar para o radicalismo que não quero alimentar, mas é preciso pensar não só no ambiente, mqas também nas pessoas e nas suas necessidades.
5º.- E agora outra prespectiva:
SERÁ QUE ESSA FÁBRICA IRÁ MESMO SER CONSTRUÍDA?
OU ESSE PROJECTO NÃO PASSARIA DE UMA MANOBRA PARA OBTENÇÃO DE ALGUNS FUNDOS, QUE ENCHERIAM A CARTEIRA DE ALGUÉM?
Anda por aí um passarinho, que já vai deixando essa recado.
Sócios da empresa ao que parece, já se foi um.
Sendo verdade que a empresa a instalar é a mesma que comprou as britadeiras, diz também esse passarinho que já há fornecedores a levantar equipamentos (Camião?) para pagamento de dívidas, enquanto outros bocejam à espera do pagamento de largos milhares de euros. Isto é o que se diz e não há fumo sem fogo.
Por fim quero lembrar que alguém escreveu algures " se compraram as pedereiras, porque não instalam lá a cimenteira e fazem o transporte cá para este lada?"
Tem toda a razão. Talvez isso possa confirmar as ultimas informações que o passarinho vai deixando...

Anónimo disse...

Aqui não podemos falar de fundamentalismos, acima de tudo temos que ser realistas. Ainda este sábado todo o vale á volta da Leca estava envolto numa mancha de pó vermelho, era uma coisa de meter medo. Coitados dos desgraçados que tem casa lá ao pé. Este é um triste exemplo de uma decisão errada quanta á localização de uma fábrica daquele género. Agora a Câmara de Figueiró está a tomar outra decisão errada ao colocar uma cimenteira junto de uma povoação e num dos locais ambientalmente mais emblemáticos do concelho. Existem muitas outras boas opções dentro do concelho afastadas de povoações e com impactos mínimos no ambiente. Os autarcas de Figueiró não tiveram o mínimo bom senso nesta matéria e estão a hipotecar um dos locais mais bonitos do concelho. Esta decisão não se compreende. Ou são incompetentes e subservientes e baixaram as calças ou alguém anda a meter dinheiro no bolso.
Vamos ver que noticias nos traz mais o passarinho....

Anónimo disse...

Gente séria esta da ESVAP!!!

http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/0/acbc73457e14686580256e1c00406cc3?OpenDocument

Bem tinha razão o passarinho ao dizer que o pessoal anda a arder. Tenham cuidado ao negociar com esta gente. Uma artimanha com ajuda dos tribunais e o pessoal bem pode dizer adeus ao dinheirinho.

Anónimo disse...

Na Aguda vamos introduzir um novo tempero na alimentação "pózinho de cimento" e com o barulho e a confusão até as galinhas vão deixar de pôr ovos...
Que triste futuro este que nos querem impor.
SR ENG RUI SILVA NÃO QUEREMOS CÁ A CIMENTEIRA

Anónimo disse...

-> Sim que a unidade fabril venha para Aguda
-> Sim que unidade fabril venha para figueiró
-> Sim que a unidade fabril venha para o Interior e para Portugal.

É por essas atitudes como as vossas que portugal esta como está, que portugal nao passa da "cepa torta" e é a cauda da europa. Aposto que a maioria de quem fala aqui nao sabe do que fala, nao sabe das normas e filtros existentes, aposto que apenas falam por falar.

Relembro apenas que seja qual for a vossa opiniao, é de facto de respeitar, mas por favor nao passem isto para uma questao de politica em que culpado é A ou B, pois todos os politicos estao de acordo e sintonia (PS e PSD trabalham tudo por tudo para que este projecto dê certo).

Não critiquem, trabalhem que pode ser que assim o trabalho e o pais vá para a frente.

Anónimo disse...

Políticos!!!! É uma raça que não presta é por causa deles que o nosso País está como está. Raça desprezível que apoia projectos destes e que se associa a pessoas sem carácter e princípios como os proponentes deste projecto. Ora vejamos:
O sócio Emilio Izquierdo esteve envolvido em Espanha no caso Egues, relacionado com escândalo imobiliário:
http://www.lexureditorial.com/noticias/0601/05125909.htm

A empresa ESVAP com malabarismos judiciais não pagou a reparação de um barco:
http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/0/acbc73457e14686580256e1c00406cc3?OpenDocument

O sócio Pedro José Santos Ribeiro teve que sair da sociedade

http://publicacoes.mj.pt/pt/Pesquisa_Detalhe.asp?iID=883409

devido a um processo de insolvência:
http://dre.pt/pdf2sdip/2008/06/111000000/2572525726.pdf

mas deixou lá a representante, não fosse o diabo tece-las.

Quando eles dizem que vão construir uma fabrica do mais moderno que há, sem qualquer impacto para a saúde pública e ambiente, com factos destes quem é que pode acreditar???

Parece que o ignorante aqui é você e desculpe que lhe diga é muito ingénuo.
Os políticos deste País são como Judas, vendem a sua terra por uns trocos e só alguém sem juízo é que iria colocar uma cimenteira naquele local.

Tozé da Cumieira disse...

Ao Anónimo, at 02 Outubro, 2008 18:11:

Um filtro precisa você!!! Onde??? Escolha o seu buraco mais sujo e filtre-o...

Não venha com conversas de filtros e afins, é o que lhe digo visite as localidades portuguesas que têm indústria deste tipo, e depois diga aqui qual o local dessas localidades que não tem PÓ de CIMENTO!!!

E claro que as forças politicas (PS e PSD) locais estão em sintonia... encheram-lhes os olhos com algo tecnologicamente avançado(?), 300 postos de trabalho, etc, etc... enfim hipotecam o futuro ambiental da zona, mas eles é que sabem e o povo fode-se pois só vota de 4 em 4 anos em "novas" moscas...

Anónimo disse...

Uma cimenteira em cima de um monte!!! Como nunca vi, tem-me andado a fazer confusão. Estive a pensar, pelo tamanho deve ser para parecer um castelo. Depois, hasteada a Bandeira Espanhola no cimo de uma chaminé... aí temos... a Aguda vai ser a nova Olivença. Será que vamos ter fronteira??? Movimento não vai faltar. Camiões para cima camiões para baixo. Barulho e muito pó no ar...animação vai ser demais. Será que vão vender caramelos na fronteira????

Pois é tenho falado disto a muita gente e ninguém quer acreditar... chamam-me maluco...eu digo que é pura verdade. E a resposta é sempre a mesma: "SÓ ALGUÉM SEM JUÍZO É QUE AUTORIZAVA UMA COISA DESTAS"

Anónimo disse...

Passando por cá mais uma vez, não posso deixar de reforçar a opinião já dada, pois parece que o passarinho vem trazendo novidades.
Percebi que o problema continua bem vivo e assim deve continuar. É da discussão que nasce a luz e muito pode ser feito para que se chegue a um final feliz, seja ele qual for.
Uma questão não me sai da cabeça, e ainda não encontrei quem me desse a resposta que procuro. Será que alguém por aí a tem?
Numa altura de crise, em que o futuro se vislumbra mais negro que positivo, e em que todo mo economista procura a todo o custo reduzir encargos nas suas empresas, PORQUE RAIO, E TENDO EESSES SRS COMPRADO AS BRITADEIRAS E OS RESPECTIVOS TERRENOS, ONERA A FUTURA EMPRESA EM CENTENAS DE MILHARES DE EUROS/ANO NO TRANSPORTE DA PEDRA PARA A AGUDA, E NÃO FAZEM A FÁBRICA LÁ, JUNTO ÀS BRITADEIRAS, COM A MAIS VALIA DE NÃO TEREM ESTA DESPESA?
vá lá, passarinho, vê se consegues saber e diz-me...

Anónimo disse...

eheheheh...
Não vai haver PÓ nenhum?...até os camiões vão ter filtros!!!!

Ignorância ambiental do politico é frequente...então do politico autarca é abismal!!!!

Anónimo disse...

Ir ao cimo de São Neutel e olhar a paisagem... linda cimenteira a lembrar o Azeitão en frente de Troia... Souzelas...só para falar das mais conhecidas deste lindo pais.É um mais que qq turista aprecia...e depois de facto há o som bonito dos motores a confundir com o canto das andorinhas...é o paraiso!!

Anónimo disse...

e o vinho do mouchon?
será que a cimenteira vai estragar esse vinho emblematico?

Anónimo disse...

Senhor anónimo de 2 Outubro, políticos e demais responsáveis por esta estupidez:

...por muito bons que sejam os filtros não conseguem evitar a poluição sonora, a poluição visual, a poluição das máquinas e camiões, a poluição do muito pó que vai haver no ar, o stress e as doenças que vão surgir na população e no ambiente, a incineração de produtos tóxicos (na Leca também não era suposto haver mas andam a faze-lo ás escondidas), etc, etc, etc....
Já não chegavam os eucaliptos, uma bomba atómica ambiental a médio prazo, que vai secar o solo e tornar esta região num deserto a médio prazo. Mas aqui só se pensa em ganhar dinheiro fácil e sem sustentabilidade. As matas de eucaliptos estão o que estão, desordenamento total. Ninguém lhes liga nenhuma, o que importa é que o pau vá crescendo para que se tire um dinheirito. O futuro que se lixe, já cá não vão estar para ver.
Agora uma cimenteira, outro investimento sem sustentabilidade, outra bomba atómica ambiental.
Um dia no futuro, muitos se hão-de recordar dos dias em que flores nasciam neste concelho, mas os culpados esses já morreram e a culpa essa morreu solteira...

Anónimo disse...

agenda XXI dizem eles... rede Natura....Onde??? deve ser nalguns carros novos k circulam na avenida Paulista da Aldeia.

Carlos Lopes disse...

De Carlos Lopes para Anónimo e eventuais interessados.

Ao ter conhecimento do facto de ter sido referenciado no âmbito das opiniões veiculadas no Blogue Tertúlia do Pinhal a propósito da eventual construção de unidade industrial ligada à produção de cimento no concelho de Figueiró dos Vinhos, cumpre-me esclarecer os interessados:
1 – A curta intervenção que produzi acerca desta matéria na Assembleia Municipal de Figueiró dos Vinhos em Fevereiro ultimo (órgão em que não sou membro efectivo) não foi reproduzida em rigor e no essencial na respectiva acta a qual não pude contestar por não ter participado na reunião seguinte onde a mesma terá sido aprovada. Assim:
2 – Na sequência da informação prestada com entusiasmo por parte do Sr Presidente da Câmara Municipal ao órgão deliberativo relativa à construção daquela unidade, referenciando as virtualidades do investimento e assegurando que o mesmo era importante e positivo no que respeitava à criação de emprego qualificado e desenvolvimento económico, não oferecendo o mesmo na sua perspectiva perigo para a saúde pública e ambiente, enquanto politico responsavél que deve ter o sentido da responsabilidade, entendi saudar o investimento tal qual estava a ser apresentado, alertando no entanto e na oportunidade para o facto de por ter sido considerado Projecto PIN significava apenas e tão só que o mesmo teria prioridade na análise técnica a que tem de ser sujeito ao nível do ambiente e ordenamento do território, estudos de impacto ambiental e de outras entidades.
3 – Nestes termos a minha posição que já tive a oportunidade de transmitir ao Senhor Presidente da Câmara Municipal é a seguinte:
4 – Com sentido de responsabilidade e sem demagogia ou qualquer aproveitamento politico, sou favorável, defensor e apologista de investimentos que possam ser feitos no concelho de Figueiró dos Vinhos e que sejam potenciadores de emprego de que tanto necessitamos, desde que os mesmos não comprometam a saúde pública, o ambiente e a qualidade de vida das populações que todos devemos proteger e defender.
5 – Julgo também que será esse o entendimento e a posição do actual Executivo Municipal, que me acompanhará nesta opinião e preocupação.
6 – Não devemos assumir enquanto responsáveis políticos posições sustenteadas em qualquer que seja o calendário eleitoral, mas devemos isso sim aguardar com serenidade os Pareceres técnicos que terão oportunamente de ser emitidos pelas Entidades competentes, isentas e independentes que refiram e concluam expressamente a ausência de inconvenientes para a saúde pública e qualidade de vida das populações que devemos representar com toda a responsabilidade.
7 – Julgo que com imaginação, criatividade, arrojo e ambição poderemos catapultar para o concelho investimentos e o emprego que necessitamos para contrariar o marasmo em que nos encontramos, e que não coloque em causa o bes estar das Populações.
8 – Finalmente entendo que no caso em concreto falta a informação completa e adequada que possa esclarecer e tranquilizar tudo e todos, sendo certo que seria importante que o Senhor Presidente da Câmara Municipal, promovesse entre outras iniciativas, a visita a unidade análoga que existirá em Espanha para que ali se pudesse confirmar, aferir e concluir se estamos perante realidade igual á que se pretende aqui edificar, conforme compromisso que assumiu na referida reunião da Assembleia Municipal.
Carlos Lopes .

Anónimo disse...

Ao Sr Deputado Carlos Lopes.

Sendo importante o bem estar e qualidade de vida das populações e preservar o maior património ambiental e cultural de Figueiró dos Vinhos é importante encontrar-se outro local.
A localização escolhida demonstra uma falta de responsabilidade, bom senso e sensibilidade por parte câmara, que me leva a pensar que foi tomada num gabinete por alguém que não conhece o território.
De modo a não comprometer o investimento em sede de avaliação de impacte ambiental era urgente encontrarem-se outras localizações que não colidissem com populações e património.
Quando os promotores até consultam a Câmara de Castanheira de Pêra, cujo concelho fica bem longe das pedreiras, ainda menos compreendo o porquê da escolha daquele local. Há qualquer coisa neste negócio que não cheira nada bem, está todo inquinado do principio ao fim e tem tantas incoerências!!! Abram bem os olhos e parem um bocadinho para pensar.
Não gostava de ver Figueiró dos Vinhos ridicularizado, nas primeiras páginas, por envolvimento num "conto do vigário"

Anónimo disse...

Concordando ou não com tudo, pergunta-se:
A preocupação ambientalista é pura genuína e abrangente?
Ainda não li, nem ouvi, um pequeno comentário que fosse às descargas efectudas na ribeira pelo tractor de limpeza de fossas, no lugar de Almofala a montante da ETAR, sabendo-se que toda essa "merda" passará ao lado da mesma.
Será que a Câmara Municipal tem conhecimento deste atentado ambiental, ou as suas preocupações são fogo de luzes para mnícipe ver?
Antes, aqui d'El Rei porque não havia ETAR. E agora?, despejam directamente na Ribeira?
Dá que pensar, e faz-nos ficar de pé atrás noutras situações, que podem bem ser o retrato em ponto grande de tudo isto.
Que responda quem quizer, porque saber, sabem concerteza.

Anónimo disse...

já começo a duvidar que esta câmara saiba do que se passa fora da envolvente do edifício camarário. Quando se entra em Figueiró ele é avenida nova, ruas renovadas, flores por todo o lado, tudo arranjadinho e com cara lavada. Agora fora da sede de concelho temos um Figueiró muito diferente, abandonado e triste. À volta dos caminhos as silvas e as ervas crescem e vão ganhando espaço, eucaliptos e pinheiros secos e tombados tornam a paisagem desoladora. Os caminhos florestais estão quase todos intransitáveis. As silvas, os matos e as árvores tombadas ocuparam-nos. Os que estão mais limpos estão cheios de restos de eucaliptos deixados por madeireiros que ninguém controla. As aldeias estão cheias de casas em ruínas e os poucos que lá moram já têm idade avançada. À volta os campos agrícolas estão ao abandono. A praia fluvial das Fragas que é visitada por tanta gente está ao esquecimento. A ponte de madeira que atravessa a ribeira há longos meses que se encontra toda partida e degradada. O espaço envolvente da ribeira está cheio de vegetação e lixo.
Nunca o vi este meu concelho tão desprezado e agora querem trazer uma cimenteira para acabarem com o resto.
Figueiró precisa urgentemente de uma nova câmara. Dinâmica, moderna, inovadora e empreendedora caso contrário cairemos no abismo.

Anónimo disse...

Salvem o Mouchão!!!!!

Jardim disse...

Boas,

O problema não esta em fazer a cimenteira na aguda, mas sim nas Fragas de são Simão! Por uns terem grandes casas de ferias outros vão contando os euros para comer.

Anónimo disse...

a crise chegou a Figueiró!...mas alegrem-se porque já chegou vai para 4 anos e tem vindo a agravar-se,sem se dar conta.
A crise é o elenco autarquico que aos poucos deixa a vila na banca rota por total incompetencia de gestão, por ausencia de ideias, de conhecimento e com abundante escassez de inteligencia.
Mataram Figueiró, está vazio, nao se passa nada,os empresarios vao-se embora, os jovens fogem,o comércio encerra, enfim uma sangria sem precedentes na história do concelho...

Anónimo disse...

O passarinho passou pela Câmara e as bandeiras estavam a meia haste. O passarinho sabe o que se passa mas não compete a ele dizer...

Anónimo disse...

Depois das noticias do passarinho andei a investigar e descobri que a coisa já não aparece na listagem dos projectos PIN. O que é que terá acontecido?????

Pedro disse...

Durante anos e anos este concelho esteve sob o jugo de senhores tipicamente feudais que impediram a instalação de fábricas no concelho de Figueiró dos Vinhos pois tinham receio que os "servos" fugissem e os seus terrenos ficassem entregues ao abandono.
40 ou 50 anos depois perspectivasse um grande investimento 40 ou 50 anos depois continua haver vozes contra as instalação de fábricas em Figueiró dos Vinhos. No entanto as vozes agora são de outros, são daqueles que veêm disfrutar da nossa natureza. Cavalheiros do Casal de S. Simão organizem-se coloquem portagens à entrada e saída da localidade, comprem uma cupula para proteger os vossos narizes e pulmões sensiveis.

Anónimo disse...

Destes Pedros deviam haver muitos no concelho e mesmo no País, talvez assim o nosso pequeno Portugal estivesse mais desenvolvido.

Anónimo disse...

Com atitudes destas é que 40 anos depois Figueiró continua a ser uma aldeia feudal.
A Gente de Figueiró continua a pensar por si propria não se associando ao pensamento da epoca: hoje o ambiente, o desenvolvimento sustentavel são uma prioridade e não industrias altamente poluentes.

É só participar em actividades onde de facto aparecem pessoas de LX , Viseu etc..e de Figueiró ...ninguém.

Acordam malta!! estamos no seculo XXI

A prioridade não é ficaramos entre nós e pôr ao bolso o máximo. É trazer para aqui gente nova!
Os filhos emigram os velhos hão de morrer; não fica ninguém.
Pensar no amanhã e não só no hoje.

Anónimo disse...

Nasci em terras de Malhoa, aqui constitui família. Esta é a terra que amo e a melhor do mundo. Tenho saudades quando estou longe e fico feliz quando estou em casa. É com muita mágoa que vejo esta nossa terra sem grande futuro e cada vez a ficar mais envelhecida. É necessário e urgente criar incentivos à fixação de gente nova. Temos que lhes conseguir oferecer qualidade de vida e empregos. A nova IC3 poderá trazer a este concelho novas empresas, se não vier a cimenteira outras virão com certeza, não podemos desanimar. Se perdermos esta batalha outras virão em que seremos vencedores.
Mas para sermos vencedores não podemos ter atitudes como o PEDRO e afins. Indivíduos sem visão que descarregam frustrações em pessoas que trouxeram uma nova vida às nossas aldeias. Considero as afirmações duma grande injustiça, em nome de Figueiró aqui ficam as minhas desculpas a todos eles. Deviam aparecer muitos mais para recuperarem e dar vida às nossas aldeias que estão ao abandono. Venham muitos mais que Figueiró agradece.

LMSN disse...

Caro Pedro:

Vejo pelas suas palavras que é um invejoso!!! Pois Enquanto o Casal de S.Simão esteve anos a fio quase sem ninguém e em risco de ruína total, não lhe interessou e digo-lhe que tenho muita pena de há 20 anos não ter adquirido uma casita na aldeia por 200 contos. Depois vieram "os tais de fora" e adquiriram casitas e foram recuperando aqui e ali e lá está uma bela aldeia. Agora se calhar você até queria uma, mas ou já não há ou são caras.
Não seja tótó!! Não acuse aqueles que ainda vão fazendo alguma coisa no concelho e digo-lhe mais santos da casa não fazem milagres e tiveram que ser e são os de fora, os tais que só passam fins de semana no seu (não se é figueiroense, mas deduzo que sim!) concelho que vão fazendo e fazem algo por ele.

Posso-lhe afirmar isto e muito mais pois tenho conhecimento de causa e sou descendente de um figueiroense e tenho muitaaaaaaaa familia no concelho!!!

Anónimo disse...

Sim! ás aldeias de xisto, ao comércio tradicional e parques industriais. Vivam os investidores. Viva Figueiró.

Anibal Quinta disse...

Estão a descambar para a desonestidade ao falarem das gentes do Casal de São Simão de uma forma tão negativa.
O importante é discutir a instalação de uma cimenteira ou outra coisa qualquer.
A Câmara Municipal tem responsabilidades em toda esta confusão, pois no meu entender já devia ter esclarecido ao que se propõe e de uma forma muito clara.
De acordo com os elementos que consegui recolher até hoje, não tenho dúvidas que este será a médio prazo um investimento ruinoso para o concelho, para o país e até para a empresa promotora do projecto.
Não há pedreiras com matéria prima suficiente para a laboração da unidade industrial pretendida,a instalação desta prevê-se que seja a uns bons kms das pedreiras e numa zona crítica em matéria ambiental. Ainda por cima com o consumo de cimento em declínio, este projecto só pode ser pensado por um visionário com os pés na lua.
Cheira-me a jogos baixos de oportunistas…
Vivemos no Concelho mais pobre do Distrito e não vamos deixar que o matem. Autarcas e populações temos que dar as mãos e ser imaginativos para criar riqueza e bem-estar para as nossas gentes.
E é isto que as gentes do Casal de São Simão têm feito nos últimos 20 anos, sem utilizarem um cêntimo sequer dos cofres camarários. Não são ricos e por isso se passaram 20 anos de trabalho, paixão e dedicação ao Concelho de Figueiró dos Vinhos. Não foi necessário nascer no Concelho para gostar tanto ou mais que alguns que aqui nasceram e nada fizeram que estão formatados pelo sentimento da inveja primária que alcança o agreiro no olho do vizinho mas não vê a trave que têm na testa.
O Casal de São Simão é hoje uma porta de entrada do turismo no concelho de Figueiró.
Está a recolocar de novo o concelho no mapa de Portugal e do mundo.Façam buscas e vejam se não é verdade!!! Sejam honestos se ainda forem capazes.
Pelo Casal de São Simão está a entrar gente e riqueza para o concelho de Figueiró, pode-se provar!
E mais que tudo isto, as gentes do Casal de São Simão conseguiram com o seu exemplo de trabalho contagiar outras gentes ,noutras aldeias vizinhas no objectivo de reconstruírem e requalificarem um património em ruínas que vai certamente aumentar os níveis de bem-estar e de qualidade de vida que tanto se reclamam.
Bem hajam as gentes do Casal de São Simão,sem excepção.
E por que sou convicto do que escrevo e honesto na minha postura, vou assinar. Não preciso de me esconder no anonimato.
Um grande abraço para o Concelho de Figueiró dos Vinhos.Juntos construiremos o Concelho que sonhamos, apesar dos “velhos do Restelo” !!

Anibal Quinta

Anónimo disse...

VOLTA MANATA ......

Anónimo disse...

Em primeiro lugar não tenho qualquer interesse pessoal com isto.

De facto as pessoas que reconstruiram no casal de s. simão são pessoas de bem, gente boa, e merecem um obrigado da nossa parte por estarem a dinamizar o turismo na nossa região, disso ninguem tem dúvidas, eu pelo menos não tenho.

Agora, sinceramente acham mesmo que é possivel desenvolver e fazer crescer uma localidade como a aguda através do turismo rural? Ajuda muita de facto não duvido, mas nao chega, muitos de vós que aqui comentam se calhar nem sabem onde é a aguda e como ela é. A aguda é uma aldeia em risco de se perder daqui a uns anos.Vão lá conhecer.

Agora o que está em questão é se queremos ir a Aguda daqui a 10/ 15 anos e encontrar meia duzia de habitantes, idosos por sinal, pois se continuar ao ritmo dos ultimos anos não restará um unico jovem na nossa freguesia.Sabem porque? porque eles casam e vao, vão para o avelar, pombal, coimbra, pois é lá que está o emprego, e muitos destes sitios tão ou mais poluentes, veja-se o caso da maxit, imaginem que ela fecha, quantas familias ficam sem um unico tostao para viver?

Falar em ambiente é muito bonito sim, mas falar em ter dinheiro para comprar o pão, para ter uma vida de sobrevivência quer-me a mim parecer que é mais importante, e talvez nao seja compreendida por muitos que aqui comentam pois têm uma conta bem recheada, não sabem o que é viver a contar os trocos ate ao fim do mes. Compreendo e aceito todas as questões e comentarios aqui colocados, como tal espero que tambem nao sensurem o meu, mas se formos a pensar que vai acontecer isto ou aquilo entao porque saimos nós de casa? Vivemos num mundo onde existe ganancia, pessoas sem escrupulo, disso ninguem duvida, mas nós nao conseguimos mudar o mundo, mas esta fabrica pode mudar alguma coisa, mesmo que pouco podem passar a haver algumas familias com melhores condições de vida e a aguda pode finalmente voltar a crescer, daqui a nada até a escolinha fecha...

Se calhar vale pensar nisto e ver as coisas deste ponto nao?

Não me julguem pelo meu comentário, é simplesmente mais uma opinião como tantas outras,

um bem-haja a todos.
Abraço.

Anónimo disse...

Não vale a pena continuarem a falar de fantasmas. A cimenteira já é coisa do passado. JÁ NÃO VAI SER CONSTRUÍDA NENHUMA CIMENTEIRA NA AGUDA. Metam isso na cabeça. Tudo o que for dito é pura mentira e especulação, para não rebentar uma bomba antes das eleições. Mas o mundo não vai acabar por causa disso, fica o espaço, óptimo local para uma zona industrial onde poderão vir a existir outras empresas com empresários mais sérios que estes da cimenteira e que criarão postos de trabalho mais estáveis.

Anónimo disse...

Todos os que aqui comentam tem o mesmo lema; não deixar morrer as nossas aldeias sejam elas onde vivemos, onde nascemos ou onde vamos de lazer...
É bom que se comente, que todos possem pensar e não serem só os mesmos a decidir por todos(Democracia).
Como todas as decisões é preciso ponderar os pro e os contra.
Não devemos desperdiçar o que temos; as gentes primeiro, os sitios e os recursos naturais depois.
Talvez a falha é não teremos
- investido nos nossos jovens, na sua formação no seu bem estar(será que Figueiró foi inovadora e creativa nisso ?).
-apoiado as nossas empresas familiares (beneficios fiscais e outro distribuidos?)
-teremos um projeto construido a curto medio longo prazo (hoje existe?)

Anónimo disse...

O anónimo que diz, já não ser implantada a cimenteira, tem razão porque a unidade fabri que se trata é de fabricação de clinker.

E mais será implantada num prazo mais curto do que algumas pessoas que mesmo acreditando possam imaginar.

Vamos lutar para que a freguesia e o nosso concelho cresçam.

Pedimos a Deus que os n/ Autarcas continuem arranjar força e coragem para levar este projecto importantissimo até ao fim.

Anónimo disse...

...nem fabrica de cimentos nem de clinker, não vai ser construída nenhuma fabrica na Aguda. Deixem de andar a enganar o povo.

Anónimo disse...

Para o anonimo de 03/11/08.

Desculpe-me mas o seu desejo não é o da grande maioria dos Agudenses e Figueiroenses, deve-se render á evidência, pois poderá vir a sofrer alguma desiluzão e provocar-lhe alguns problemas de saúde, o que não é bom.

não desejo que isso aconteça a ninguem.

Anónimo disse...

JUNTO ENVIO LISTA DOS PIN
http://www.icep.pt/NR/rdonlyres/CEC54EF1-0A11-4356-9924-A8BE8DB44463/0/PINacompanhamento_out2008.pdf
ASSIM COMO LEGISLAÇÃO
PINhttp://www.icep.pt/NR/rdonlyres/A3E3EBD1-4559-4733-8B8C-0D09F456E807/0/DECLEI1742008de26Agosto.pdf

Robert Conway disse...

Ao ouvir falar da intenção de instalação de uma grande cimenteira, a nossa primeira reacção é – Não!
É uma loucura – ELES não podem fazer isso, é de loucos.
Ficamos a saber que a saúde da população da Aguda e das áreas circundantes é considerada pelas autoridades de menor importância que a saúde da população espanhola, pois informaram-nos que recusaram a referida fábrica em terras espanholas.
Há que considerar o congestionamento rodoviário. A Aguda é mal servida de vias para suportar a circulação de frotas de camiões a “exportar” o cimento para Espanha.
Qual será a via utilizada – a nova IC3 a IC8? Qualquer condutor que utilize essas vias, sabe que a Oeste da Aguda já existem enormes problemas com os camiões de madeira e de material de construção e que a Este a estrada já está a arrebentar pelas costuras.
Podemos entender que a geração mais velha da Aguda possa não objectar ao plano da cimenteira – sem nenhuma falta de respeito intencional, muitos possuem uma educação e sensibilidade ambiental diminuta. Mas não é essa geração que devemos tentar proteger, mas sim a geração mais nova, as crianças e as gerações futuras.
Qual será a razão que levará a uma decisão tão disparatada de construir uma cimenteira a poucos metros de uma pequena vila?! Se Portugal tem alguma coisa, é espaço!
O que se passa com as autoridades locais? Por um lado temos a grande ideia de rentabilização dos desperdícios da madeira em Pedrógão Grande (a apenas poucos km da loucura da cimenteira da Aguda), onde se tenta utilizar de uma forma sustentável as toneladas de produto gerado pela floresta e reduzir o elevado risco de incêndio que resulta dos métodos de exploração actuais. Por isso, onde está a lógica de uma decisão e da outra?
E ainda não falámos do Turismo. Se Portugal tem algo para incentivar o desenvolvimento, isso é o vasto potencial do turismo. O grande afluxo de turistas de Inglaterra, Holanda e outros países europeus prova-o.
Talvez as autoridades locais e centrais não tenham sensibilidade suficiente para se aperceberem do valor e da beleza das zonas rurais e da linha costeira (e aqui não incluo o Algarve, que deve ser uma lição de como NÃO o fazer). Outros europeus anseiam pelo vosso sol e campo e o CENTRO DE PORTUGAL está cada vez mais a atrair um número maior de turistas que trazem investimento e emprego, e a uma pequena escala, reduzem a taxa de abandono do interior.
Falo como um desses turistas apesar de residir e investir aqui há 7 anos – sou o Inglês responsável pela reconstrução de parte do Salgueiro da Lomba – portanto sim, eu tenho interesses económicos na região, mas para o bem de TODOS: vá lá Portugal, acorda para o teu potencial e ao menos enfrenta os espanhóis e o poder político e diz-lhes o que fazer com o cimento Espanhol!
Se algum dos factos acima descritos náo estiver correcto por favor corrijam-me.

Anónimo disse...

o comentário:

«Falar em ambiente é muito bonito sim, mas falar em ter dinheiro para comprar o pão, para ter uma vida de sobrevivência quer-me a mim parecer que é mais importante, e talvez nao seja compreendida por muitos que aqui comentam pois têm uma conta bem recheada, não sabem o que é viver a contar os trocos ate ao fim do mes.»

Refiro:
Meu caro, não é uma questão de sobrevivência, não me venha com demagogia de político (seja ele qual for), é triste que fale de versões estereotipadas de desenvolvimento, disso não sabe nada! O que me irrita é que algumas pessoas pensam que só aquelas "visões" mirabulantes dos políticos é que trazem desenvolvimento quando dele nada sabem. Há muitas formas de trazer o desenvolvimento à região, há infelizmente total incapacidade de as concretizar por parte de uma classe política froxa e desprezível (apesar de haver algumas pessoas de bem por aí).
Explique-me como é que instalar ali uma cimenteira, que precisa de ir roubar calcário a outros concelhos e logo numa área muito sensível do ponto de vista ambiental, é trazer desenvolvimento? Será que não há outras formas de trazer desenvolvimento? Cimenteira não é desenvolvimento! Pensa que os eventuais postos de trabalho são para si? Não, seriam para os de fora!
Já vi também um comentário que refere que com o turismo rural não se chega a lado nenhum, pois bem, onde é que está o turismo rural? Só vejo algumas casas e nenhuma estratégia que agrupe o turismo rural numa componente estrutural, esta sim, que traz o desenvolvimento, postos de trabalho e divisas e isto sem que se tenha de destruir o nosso e o património dos outros!
Onde é que está a aposta nos jovens da terra, no know how? Microcrédito, conhece?
E já agora Sr Pedro, sabe ao menos que grande investimento não significa bom investimento? Chernobil também foi um grande investimento, será que foi um bom investimento? Informe-se sobre as coisas e cultive-se, pode ser que assim não diga tantas asneiras que passam por verdade...

Anónimo disse...

Este ultimo comentario que se refere ao Sr. Pedro pessoa que tambem desconheço, deve ter alguma casa de férias na zona de implantação da cimenteira. E mais já que fala noutro tipo de investimento naquela zona porque é que deixou passar estes anos todos sem investir?

Anónimo disse...

Então meu caro amigo, tanta palavra bonita, tanta frase engraçada, mas lanço-lhe aqui um desafio, apresente aqui neste forum uma alternativa a esta fabrica, que seja ela o motor para o desenvolvimento da freguesia e do concelho. Estamos a espera. Obrigado. Ou será que apenas se comenta o que os outros fazem?
PS: Desculpe lá a qualidade da minha escrita, mas sabe, é que não tenho o know how necessário para escrever como o senhor...

Anónimo disse...

A pessoa do Know how até errada esta acerca da pessoa que questiona, porque não se trata dum senhor mas sim de uma senhora,mas peço desculpa as pessoas são livres de colocarem as suas ideias e soluções.Dentro da boa educação e do devido respeito. Um bem haja.

Anónimo disse...

Caro amigo que refere o seguinte:
«Então meu caro amigo, tanta palavra bonita, tanta frase engraçada, mas lanço-lhe aqui um desafio, apresente aqui neste forum uma alternativa a esta fabrica, que seja ela o motor para o desenvolvimento da freguesia e do concelho. Estamos a espera. Obrigado. Ou será que apenas se comenta o que os outros fazem?»

Sim, alternativas há, não há é capacidade de as idealizar e colocar em prática! Já se questionou porque é que esta câmara não apresentou projectos estruturais que visem o desenvolvimento a fundos comunitários?
Uma das sugestões é um modelo de desenvolvimento semelhante a um geoparque, que promove tudo o que temos de bom, sem que para isso se destrua!
Se quiser informe-se acerca disto na net, uma pista: geoparque Naturtejo. E uma coisa lhe garanto, temos mesmo potencial!

Nature wonders

tertuliadopinhal disse...

ACTUALIZAÇÃO (Veja todas as actualizações ao artigo no texto principal)

Os Verdes pedem esclarecimento a Ministro da Ambiente


Heloísa Apolónia, deputada de Os Verdes, pediu esclarecimentos, na terça-feira, ao ministro do Ambiente e ao ministro da Economia, sobre a construção de uma cimenteira em Figueiró dos Vinhos. No documento, a parlamentar mostra-se preocupada com os impactes da infra-estrutura “numa das malhas mais verdes” do País. A deputada pretende saber se foi atribuída à cimenteira o estatuto de Projecto de Potencial Interesse Nacional e, em caso afirmativo, quais os fundamentos que estiveram nessa classificação.
Se foi feita alguma análise comparativa em relação às potencialidades de desenvolvimento regional, e quais os impactos do empreendimento, a nível ambiental e na qualidade de vida das populações.

Anónimo disse...

Olá a todos!!!

Já passei por momentos de desespero ao ler esta pagina, ...mas agora parece que algo construtivo está finalmente a acontecer.. será desta que a minha bonita vila, aquela de Malhoa, vai fazer parte deste mundo?
Recordar este pintor que escolheu Figueiró é fazer tudo para preservar a sua beleza as suas gentes...
não é coloca-lo no museu, só...
e deixar construir cimenteiras...

Anónimo disse...

Relativamente ao comentário:

«Este ultimo comentario que se refere ao Sr. Pedro pessoa que tambem desconheço, deve ter alguma casa de férias na zona de implantação da cimenteira. E mais já que fala noutro tipo de investimento naquela zona porque é que deixou passar estes anos todos sem investir?»

Ponto nº1 - Não, por acaso não tenho nenhuma casa de férias nessa zona, nem sequer tenho casa de férias, concerteza deve ter-se equivocado com alguma ideia estereotipada de quem se opõe a este pseudo-projecto.

Ponto nº2 - Conhece a expressão "saiu-lhe o tiro pela culatra"? Foi o que lhe aconteceu com esse mesmo comentário, já que pretendo investir em 2009 num projecto que também beneficia Figueiró dos Vinhos.

Como vê meu caro, as coisas não são bem como pensa e se pensa que a cimenteira é um bom investimento, mais uma vez se engana redondamente.

Ponto nº 3 - Já sei de pelo menos um projecto na região que poderá ter sido perdido pela teimosia dos que pretendem a cimenteira.

os meus cumprimentos

Investidor anónimo ( o segredo é a alma do negócio)

António Ferreira (Aguda) disse...

Já que andam pela freguesia da Aguda a comprar terrenos a 1€/m2, eu venho aqui oferecer 1,5€/m2!!!!

Andam a enganar muita gente, levando-os a vender terrenos por tuta e meia, alegando que se não venderem por esse preço (1€/m2) serão expropriados!!!!

Cambada de ladrões!!! Além de quererem inquinar o nosso ambiente, ludibriam o povo!!! CHULOS!! CHUPISTAS!!

Anónimo disse...

Aparentemente quem escreve neste blog tem uma preocupação: Desenvolver Figueiró dos Vinhos

Se existe um Plano estratégico para o concelho porque não se traz o seu conteudo para aqui e se discute? Esta é a minha proposta uma reflexão publica e conjunta como desenvolver o concelho.
Quem foi a Penela à uns dias percebeu que eles pegaram no Plano e foram executando, passo a passo, as ideias e de muito poucos já têm muito. Estar agarrado a um projecto como a produção de clinker é um erro numa altura em que a produção de cimento nos proximos muitos anos vai reduzir, aqui mas sobretudo em Espanha.
Vamos propor soluções para o concelho e criar valor e não critica. Esta é minha proposta.

tertuliadopinhal disse...

ACTUALIZAÇÃO (Veja todas as actualizações ao artigo no texto principal)

Cimenteira excluida de PIN

A cimenteira de Figueiró dos Vinhos já não se encontra na lista online dos Projectos de Interesse Nacional-PIN. Fontes ligadas ao empreendimento confidenciaram ao JORNAL DE LEIRIA que o projecto pode ter sido suspenso.
Em Abril, o projecto, avaliado em 166 milhões de euros, ainda figurava na lista online da Aicep-Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, como um dos PIN em acompanhamento.
Questionada sobre a razão da retirada da infra-estrutura do documento, a agência preferiu não se pronunciar.
A falta de enquadramento legal para a auto-suficiência energética da cimenteira, uma das mais-valias deste projecto, é uma das razões que poderá ter levado a esta situação, avança uma fonte. “Um dos pressupostos deste projecto era ser energeticamente sustentável, o que implicava a produção de energia eólica para abastecer a fábrica”. “Não deve haver esse cumprimento, porque não há legislação sobre o auto-consumo das entidades.” Outra fonte justificou a saída da cimenteira da lista de PIN com problemas entre sócios e a incapacidade das pedreiras para abastecer a unidade de transformação. “Os fornecedores de materiais para as pedreiras estão com dificuldade em receber as facturas”, adianta.
O vereador Álvaro Gonçalves sabe “há mais de dois meses” que a cimenteira não figura na lista dos PIN. Sublinha que “os únicos pressupostos indispensáveis aos estatutos PIN são a credibilidade dos promotores e características do próprio projecto”.
Refere também que os promotores fizeram alterações na composição da sociedade e sempre que há alguma alteração desse género o projecto é suspenso. “Mas continuamos a pugnar para que a cimenteira seja uma realidade”. Até ao final do ano, o autarca prevê que a questão esteja ultrapassada.

Anónimo disse...

Não façam comentários deste tipo, que o projecto está excluido da lista dos PIN, se deconhecem o facto não se ponham a dizer bebezeiras, porque mesmo o povo de Aguda não se deixa iludir, por estes comentários e quem se sentir mal que se mude o País embora pequeno ainda suporta muito espaço livre, sem ser o espaço próximo da futura repito futura cimenteira.

Anónimo disse...

Caro anónimo que diz:

«Não façam comentários deste tipo, que o projecto está excluido da lista dos PIN, se deconhecem o facto não se ponham a dizer bebezeiras, porque mesmo o povo de Aguda não se deixa iludir, por estes comentários e quem se sentir mal que se mude o País embora pequeno ainda suporta muito espaço livre, sem ser o espaço próximo da futura repito futura cimenteira.»

Não façam comentários deste tipo? Sabia que a pide já lá vai?
O projecto está excluído dos PIN, se não anda informado informe-se! Não é uma questão de iludir, é um FACTO!
Quem é você para falar pelo nome do povo da Aguda?!

Agora repita com milhares de pessoas como eu: futura EX cimenteira, futura EX cimenteira!

Agudia

Anónimo disse...

«futura cimenteira.» ???

Se dissesse isso no dia 1 de Abril até acreditávamos, ah ah!
Parece que sente que o tapete lhe está a fugir dos pés, será que com o abandono da cimenteira você perde dinheiro, que interesses lá tem?

Ex cimenteira, EX!!

Anónimo disse...

Como é que é possivel tentarem construir uma cimenteira, numa zona que no Domingo passado foi palco de uma prova de motocross de 125cc e 250cc com cerca de 70 concorrentes federados a contar para o campeonato Regional do Nabão e que levou Aguda centenas de pessoas. Digam-me se isto não se trata de um crime?

Anónimo disse...

Complemento meu caro, além de crime é mais um caso de corrupção de pessoas que querem ganhar dinheiro à custa desta região, pensam que todos são tolos...

O Ninja de Pussos!! disse...

Um dos comentários da petição:

Inácio José Alexandre da Silva, Portugal
Esta é sem duvida uma das petições com menos nexo que já li. Alhandra,Pataias, Souselas, Setubal, Loulé, são apenas alguns dos locais onde há cimenteiras no nosso País. Não vejo onde é que mais uma ou mais duas ou três podem prejudicar o local onde são inseridas, penso que impedir a desertificação destas zonas é mais importante que preservar algo que ninguém vai ver. O presindente da Camara de Figueiró dos Vinhos ao querer este projecto no seu Concelho está a pensar no progresso que o mesmo vai trazer ás suas populações, para isso basta ver os outros Concelhos onde estão instaladas outras cimenteiras. Se o projecto é dos espanhois não vejo qual é o problema, tenho pena que não seja português, mas afinal a unica coisa que sabemos fazer é ser do contra tudo o que os outros fazem, em vez disso deviamos fazer como eles, trabalhar.

Falou, falou, falou, mas ASSINOU!!! Que tótó, se era contra não assinava!!!
Sai uma gamela de xixaro pra este senhor!!!

Anónimo disse...

ao comentário de Pussos

Se é assim tão bom é melhor iniciar uma petição p/ a «cimenteira » e o Eng. Rui irem p/ terra deste senhor.

E é melhor medir as palavras : parece que não se vive do ar em Portugal alguem há de produzir o que eles chamam o PIB

O Ninja de Pussos disse...

Dah!!!!

Ao anterior comentador:

Leu bem o que eu transcrevi??? Ou é tótó comó outro? hã???


...mais uma gamelada de xixaro pra este senhor!!!

Christophe disse...

A curto prazo esta cimenteira poderà talvez ajudar a economia local, mas a longo prazo as consequências serão negativas em todos os aspectos.
Basta so pensar um segundo :

Destruirà o patrimonio natural, e também do turismo rural que està apenas a desenvolver-se. (Fragas de S. Simão e aldeias do xisto mesmo ao lado)
Haverà problemas de saùde pùblica por causa da poluição da fàbrica e dos camiões a passarem todo o dia (lembro que o projeto coloca a fàbrica mesmo ao lado de Aguda, a uns metros da escola, da casa dos idosos, do gino desportivo, da casa mortuària...)
E provavelmente accentuarà a desertificação de Aguda, porque quem vai querer viver ao lado deste monstro... Certamente, ninguém.

O futuro da zona, passa pela conservação do nosso ambiente e da nossa qualidade de vida...

Jà agora queria saber se alguém tem novidades sobre este projecto ?
Obrigado.